urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbrancoMuito Mais Branco"Dance like no one is watching, love like you'll never be hurt, sing like no one is listening, and live like it's heaven on earth."- William PurkeyLiveJournal / SAPO BlogsMuito Mais Branco2013-10-23T17:23:52Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:346862013-10-23T18:17:05Guerra dos Sexos 152013-10-23T17:23:52Z2013-10-23T17:23:52Z<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=eEijLK9siVZahDOGm18U"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0f012833/15880378_lVeLL.png" alt="" width="484" height="283" /></a></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;">
<p>DE-SA-GA-SA-LHA-DA</p>
<p> </p>
<p>O léxico Tuga é mesmo engraçado…. Já experimentaram dizer a um estrangeiro que desagasalhado significa ‘underdressed’ por oposição a ‘overdressed’? E depois eles a tentarem imitar? Isso é meia hora a rir….</p>
<p> </p>
<p>Mas não era nada disto que eu vinha escrever…. É que lembrei-me que hoje vim com uma camisinha muito fininha (daquelas que se usa em Agosto quando estão 40º....) e que talvez tivesse sido boa ideia ter trazido a….cabardine….</p>
<p> </p>
<p>O que venho escrever é bem mais interessante (NOT)…</p>
<p> </p>
<p>Meninas da bolgoesfera, vou explicar-vos como podem marcar pontos (OBVIAMENTE positivos) com o sexo oposto…..</p>
<p> </p>
<p>Abro logo o jogo, e explico TUDO, tudinho, que o segredo é a alma do negócio não das coisas do coração….</p>
<p> </p>
<p>Então vamos a isso:</p>
<p> </p>
<p>. Se ele fizer um erro ou se se enganar nalguma coisa, não dizer logo ‘eu avisei’ com aquele ar irritante de GOD all mighty, lá do alto do pedestal… apenas ficar do lado dele com um ar do tipo não-te-sintas-mal-que-eu-teria-feito-exactamente-a-mesma-coisa’ – ele não se sente tão estupido e são pontos ganhos (quase de borla)</p>
<p> </p>
<p>. Ele faz qualquer coisa que te decepciona e tu não o ‘castigas’, ignoras, contínuas na tua vidinha na boa, como se nada tivesse acontecido (este pontos valem tanto como os de cima) e não custa nada. Nadaaaaaa…ok um beliscão no ego, vá….mas mais nada</p>
<p> </p>
<p>. Ele esta a guiar, perde-se no caminho, e tu ficas CA-LA-DA….não vais insistir para ele parar e para pedir ajuda a um qualquer local transeunte, não…ele perdeu-se e há de se encontrar (ou não… tanto faz), tu ficas caladinha, talvez lhe possas fazer uma festa na perna (ao de leve para ele não se desconcentrar) mas nem um piu! E mais pontos para ti!!!! Se depois de umas voltas ele continuar perdido, podes marcar ainda mais pontos dizendo algo do género ‘<em>nunca teríamos visto esta magnifica paisagem se não nos tivéssemos perdido</em>’</p>
<p> </p>
<p>. Quando ele se esquecer onde pôs as chaves, não olhes para ele com aquele are de ‘és tão irresponsável!’, em vez disso ajuda-o a procurar as chaves com um sorriso, e dá-lhe um abraço, é só pontos….</p>
<p> </p>
<p>. Assim que ele chega a casa, há sempre uma recepção calorosa, e muito mimo (mas nada de muito pegajoso), ainda consegues mais pontos quando ele chega tarde a casa sem avisar e encontra este mesmo acolhimento quando chega (cabisbaixo e à espera do raspanete), ui, aqui marcas pontos pra chuchu!</p>
<p> </p>
<p>. OK, mas nada, nadinha mesmo consegue tirar mais pontos do que teres sexo com ele E Gostares Pra Caraças! Não ser aquela coisa do ‘lá vai ter de ser….esta semana ainda não pinamos…..’. Tipo, demonstrar claramente que estás a apreciar a cena, que estás a tirar proveito de tudo, tudinho! Se de facto gostares ele dá-te todos os pontos, todinhos….</p>
<p> </p>
<p>Simples…..</p>
<p> </p>
<p>Fui!</p>
</div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:344182013-04-09T15:06:05Guerra dos Sexos 14 - Coisas que já escrevi2013-04-09T14:09:35Z2013-04-09T14:09:35Z<p><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=nTqBYjzR7aFvwMUIPq7j"><img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2614f2a4/14846105_3nfCt.jpeg" alt="" width="500" height="408" /></a></p>
<p><strong>É tipo Outono... Sabe bem e não faz mal! </strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p>...disse-me uma amiga quando lhe falava há tempos, sobre <em>estar-se apaixonado</em>, e eu acrescentei <em>'e passa depressa'</em>. E passa mesmo, tudo passa...</p>
<p>A intensidade do sentimento de se estar apaixonado faz-nos bem, faz-nos sentir vivos, mas é algo muito teenager: morrer de paixão, cortar os pulsos, head over heels... o sentimento é tudo e tudo muito (in)felizmente efémero.</p>
<p> </p>
<p>Admito que a paixão completamente correspondida causa uma enorme felicidade e satisfação ao apaixonado, mas a felicidade que vem duma paixão correspondida é baseada numa estrutura ilusória criada pelo apaixonado e que apenas tem a ver com ele e com mais ninguém. O apaixonado só se vê feliz ao conseguir o objecto da sua paixão, que é ser correspondido. Ser correspondido por alguém que também deseja a paixão e que também cria uma estrutura fantasiosa, com bases frágeis que não correspondem à estrutura ilusória do outro... Naquela fase embriagada da paixão as partes sedadas pelo sentimento confundem as suas estruturas: aparentemente são as mesmas, mas enganam-se porque cada um construiu a sua, com base na SUA cara-metade e não na real cara do outro...</p>
<p> </p>
<p>A paixão é fogo que arde sem se ver (ou será que era o 'amor')....</p>
<p> </p>
<p>Só mesmo com a alma a 'arder' é que conseguimos ir assitir a uma palestra sobre a castração química do gafanhoto argentino (*), apresentada em alemão pelo prof. <em>Friedrich Von Stradonitz</em>, com tradução simultânea para sueco, palestra essa de extrema importância para a nossa 'cara-metade' mas brutalmente maçadora para nós, e embora chata, a palestra acaba por se tornar interessante na medida em que nos permite dar asas à nossa fogueira e manter as labaredas acesas durante toda a tediosa conferência, podendo nós, ignorantes no que diz respeito ao gafanhoto, curtir o estado de admiração pela nossa cara metade, que aparenta entender tudo e mais, e cultivar essa loucura que é a paixão...</p>
<p>... até que um dia o fogo passa a incêndio e vira-se contra nós, aquilo que eram lindas e escaldantes labaredas em deliciosos tons de amarelo e laranja, passam a chamas insuportáveis que assam a alma e abafam toda a admiração que julgávamos sentir, e concluímos que afinal o sentimento não era assim tão abrasador, e o que outrora bronzeava a nossa vida e o nosso dia a dia, hoje se torna num acervo preto de madeira chamuscada e nauseabunda, nalguns casos repugnante até.</p>
<p> </p>
<p>E depois de escaldadas pensamos <em>'what was I thinking??</em>' como é que foi possível EU (inteligente, esperta, perspicaz, sensata e lucida) achar que gostava daquela gajo (estupido, bronco, ignorante e parvo) como é que euzinha fui apaixonar-me por aquela cavalgadura que não tem nada a ver comigo??</p>
<p> </p>
<p>Pois... não tem mesmo nada a ver.... a paixão é um sentimento individual. A paixão que sentimos pelo outro, ou por outra, a paixão que sentimos pela suposta 'cara-metade' é precisamente a NOSSA cara metade e não a outra pessoa... alias atrevo-me mesmo a dizer que a outra pessoa ou a 'suposta cara-metade' não interessa nada para a nossa paixão, servindo apenas como objecto para um sentimento individual nosso, muito intimo, o qual está subjacente a NOSSA cara-metade... a nossa alma gémea - <em>BULLSHIT</em> - Se assim fosse, ou seja, se nos apaixonássemos pela nossa VERDADEIRA cara-metade, então teoricamente nós seriamos também a cara-metade do outro, certo? Bom, então se assim fosse não havia o arrefecimento da chama, ou esta nunca se tornaria num incêndio perigoso e mortal...</p>
<p> </p>
<p>Ok na volta enganámo-nos, temos esse direito... apaixonámo-nos por aquela pessoa que pensámos que fosse a nossa cara-metade, <em>but</em> <em>we were wrong</em>... damos a mão à palmatória, auto flagelamo-nos, <em>mea</em> culpa <em>mea</em> culpa... e partimos para outra, mais uma vez vem a paixão, a ilusão que é um sentimento partilhado, a admiração, aquela sensação de 'é desta' para pouco tempo depois há um gesto, uma frase, um olhar que nos confirma o inevitável: afinal não....</p>
<p> </p>
<p>Quando no lugar do entusiasmo escaldante, a paixão afrouxa e arrefece para níveis glaciares, irrompe-nos um sentimento de desinteresse e indiferença quanto ao objecto, o que era antes a nossa cara-metade, passa a ser um estorvo, um empecilho que nos perturba, porque afinal era suposto ser a nossa cara-metade... e não é porquê???? Razões várias surgem (raramente são as verdadeiras razões), tendencialmente as pessoas associam a morte da paixão ao abominável comportamento do outro: o gajo é um egoísta, só faz o que quer, não me liga nenhuma etc etc... mas o que alimentou a paixão não foi o comportamento do gajo, foi sim a ilusão criada para preencher o desejo individual da pessoa apaixonada... Quando as razões para o fim da paixão são passadas para o outro, desresponsabilizamo-nos e nem sequer nos questionamos: a culpa é do gajo (ponto). Arrumamos o assunto.</p>
<p>Na minha opinião o sentimento de paixão, é um sentimento completamente individual. Só tem a ver connosco, com mais ninguém. É o desejo que temos de encontrar a nossa cara-metade... Lamento mas vou ter que vos dar a notícia: <strong>não existe a cara-metade.</strong> Peço desculpa para os mais românticos, que terão mais dificuldade em gerir esta cruel noticia. Mas quanto mais cedo se aperceberem que não existe a cara-metade, melhor.... ao menos não a procuram... Existem sim pessoas, todas diferentes, e nenhuma é a metade da 'laranja' da outra.</p>
<p> </p>
<p>Então o que fazer?? É tão bom sentirmos a emoção da paixão... a gula do desejo alimentada por um objecto fisicamente atraente? Quem não gosta de sonhar com o encontro ideal, com a nossa alma gémea? Alcançar o nirvana emocional? Saciar um desejo tórrido, fantasioso e muito prazeroso? E sobretudo que dure e dure e dure... Como ter o melhor da chama sem que esta vire incêndio?</p>
<p> </p>
<p>Não sendo uma ciência exacta, na minha opinião, a solução ideal não existe, existe a solução possível, feita à medida de cada um de nós. Quanto a mim comecei a apreciar o quente. A minha amiga a propósito do 'quente' dizia-me que o quente é apenas o mais comodo... e talvez ela esteja correcta, é sem duvida o mais comodo, até porque um incêndio que começa por uma chama agradável, pode rapidamente se tornar num grande incomodo.</p>
<p>Se controlo o sentimento? Sim.... lógico que sim.... somos animais racionais com capacidade de controlo, basta querermos... é comodo. Aquece sem queimar e esfriar sem congelar, uma chama que ora aumenta ora diminui ao nosso ritmo, controladamente comoda.</p>
<p>__________________________________________________________________</p>
<p>( * ) Inspirado na minha amiga C que se interessa por este tema e outros igualmente interessantes, nomeadamente:</p>
<p>» A migração da formiga branca em Africa;</p>
<p>» A catalogação de arquivos mortos por ordem alfabética;</p>
<p>» A restauração de monumentos históricos em miniatura executados com palitos.</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:341642013-03-26T17:34:51Coisas Que Me Irritam - 1 (e que já escrevi)2013-03-26T18:08:28Z2013-03-26T18:08:28Z<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=ymzGt4ED8Av5aQlqfZ1w"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4e1495bf/14781788_LLGSU.jpeg" alt="" width="353" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">Call centers - qualquer um! Ainda conseguem ser piores que a esfinge paneleira com óculos das finanças! Há dois tipos de call centers: os que ligam para nos vender qualquer coisa e os que somos nós a ligar (porque já compramos qualquer coisa).<br /> <br /> No primeiro caso ainda a coisa é pacífica, ligam, eu atendo, percebo que me querem chular, calmamente digo «um momento», poso o telemovel na secretária e continuo a trabalhar tranquila. Geralmente quando me lembro do telemóvel já desligaram... na boa - pacifico.<br /> <br /> No segundo caso é de loucos! Aconteceu no outro dia ter ficado sem internet e tive que ligar para a PT, ligo, atende o gravador onde somos 'obrigados' a ouvir as 9 opções (prima 1 para facturação, prima 2 para aumento de banda, (...) prima 9 para avarias), ok o meu problema deve ser avarias - penso eu - (os outros não tinham nada a ver) e lá primo o 9, oiço o gravador dizer «digite o numero que está avariado», eu digito o numero, espero 2 minutos e oiço uma gravação que diz que o numero inserido não tem nenhuma avaria e eis que a chamada acaba.<br /> <br /> Volto à estaca zero e volto a ligar para o único numero geral, volto a ouvir as opções todas e no fim a gravação diz para eu aguardar em linha que vão passar aos serviços de atendimento. Entre o fim da gravação e o atendimento passam cerca de 10 minutos. Finalmente atende o parasita do outro lado e é quando a coisa deixa de ser relativamente pacifica e passa para a esfera da irritação... As tantas percebemos que o energúmeno não nos está a ouvir, e está antes a ler o texto que aparece no monitor dele.<br /> <br /> O nosso nível de irritação começa a subir em flecha, primeiro por não conseguirmos passar a informação a um sacana que até para ler tem dificuldades, e sobretudo por não conseguirmos resolver o problema inicial (de estarmos sem net), damo-nos conta que a nossa irritação não está a afectar a aberração, alias o nosso nível de irritação é inversamente proporcional ao nível de tranquilidade da besta.<br /> <br /> Seria cómico se não fosse trágico, ouvi-los repetidamente e com a mesma voz simpática, imunes ao nosso desespero, que a situação vai ficar resolvida em breve... Pergunto «breve???? breve quando???» e lá vem a voz zen e simpática da abetarda a repetir a mesma lenga lenga e no mesmo tom paciente «a situação vai ficar resolvida em breve minha senhora. A PT Comunicações agradece o seu telefonema, gostaria de colocar mais alguma questão?» esta frase engalinha-me, a irritação está ao rubro... desde quando é que se colocam questões???? Faz-se uma pergunta, ok... mas colocar uma questão??? Colocar onde? No frigorífico? Porque raio é que hoje em dia qualquer abetarda com olhos se julga a última Coca-Cola do deserto e enche o peito para dizer «deseja colocar mais alguma questão?»</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:339632013-03-22T15:07:40I Am What I Am 8 (coisas que já escrevi)2013-03-22T15:10:57Z2013-03-22T15:10:57Z<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=ZP4dULreLOzvM7o8KdGW"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B74140934/14764012_h3C8F.jpeg" alt="" width="400" height="275" /></a></p>
<p><strong>O efeito BOOMERANG ;) </strong></p>
<p>OU What goes around comes around! OU ainda: Cá se fazem cá se pagam!<br /> <br /> Este tipo de know how devia simplesmente existir em cada ser humano, tal como o ar que respiramos: é gratis e precisamos dele para viver!<br /> <br /> Quando conheço alguem que me pergunta qual o meu signo eu respondo que sou escorpião ascendente escorpião (nem sei o que quer dizer ascendente em linguagem de signos, mas sei que sou isso, seja lá o que 'isso' for) e reparo que há sempre um reacção mais marcada ao meu signo, do que aos outros signos. É comum haver uma reacção do genero 'hummmm tu és daquelas vingativas...' há uma mistura de curiosidade e receio: afinal é do senso comum que o escorpião tem uma natureza vingativa. Eu até acho piada as pessoas olharem para mim com aquele olhar de 'será que ela é vingativa?' e depois isto dá sempre pano para mangas, é um excelente desbloqueador de conversas....<br /> <br /> Não me considero uma pessoa vingativa, essa característica do escorpião em mim não se aplica... massssss nem sempre fui assim.... quando era mais nova achava-me altamente vingativa, era essa a noção que tinha de mim, e como não agia nesse sentido (de vingança) acalmava a minha 'falsa' identidade com pensamentos do género «a vingança é um prato que se come frio» e lá se iam passando dias, semanas e meses até que me esquecia da razão que me motivou para a tal vingança.... e com o passar do tempo as coisas parecem menos importantes, e o sentimento mau de vingança desvanece.... até que me apercebi que eu não era o típico escorpião, não era nada vingativa, I <em>couldn't hold a grudge</em>, sobretudo porque me esquecia, porque a minha memória selectiva não guardava nenhuma informação no meu cérebro que implicasse o ressentimento relativamente a alguém; bom sem magoa e sem ressentimento não pode haver vingança.... tive um choque, foi brutal pois tive uma 'crise de identidade' e comecei a perceber que afinal não me conhecia tão bem quanto pensava, assustei-me: afinal <em>who am I</em>???<br /> <br /> Fui fazer psicanalise, sim isso mesmo: eu deitada num divã, a desbobinar o que me passasse pela cabeça a um psicanalista «freudiano» a quem pagava para me ouvir.... fui com o objectivo de me conhecer... parece meio estupido: pagar a alguém para te ouvir para que TU concluas quem TU és.... fónix.... parece facil... pois é, mas não é.... tive lá 3 anos: <em>give or take</em> cerca de 300 sessões de 60 minutos: 18 mil minutos de psicanalise, parece muito... pois é, mas não é.... deixei de ir porque passei a ter outras prioridades e não por considerar que já me conhecia perfeitamente bem.<br /> <br /> Acontece que <em>somehow</em>, nestes 18 mil minutos de trabalho (sim foi mesmo trabalhoso) consegui conhecer-me melhor. Uma das coisas que percebi é que o tal 'efeito boomerang' que devia existir em cada ser humano, sempre existiu em mim: nasci assim, fazer o quê??? Então o que percebi (que foi <em>life changing</em>) é que tudo o que fazemos de bom ou de mal volta para nós. Parece uma conclusão óbvia, mas não é... porque como em tudo na vida, é necessário perceber como funciona este 'efeito boomerang' e não é assim tão obvio:<br /> <br /> These are the rules:<br /> <br /> 1. Não se pode estar à espera. <br /> 2. Não se pode ignorar, tem que se agir.<br /> <br /> Não se pode agir bem só pela espera de recompensa futura (age-se bem porque sim, mas não para esperarmos que o bem volte para nós), ou seja, fazer o bem de forma altruísta e desinteressada. Se eu dou um presente a uma amiga, não posso ficar à espera que ela me dê um a mim também: <em>it doesn't work that way</em>... eu dou porque gosto de dar. A ideia é a pessoa dar (ou agir/ou ajudar) sem esperar nada de volta, mas que seja genuíno pois só se for genuíno é que volta para nós (através doutras mãos, de outras pessoas, de outras formas) e volta para nós na proporção do que demos e equivalente ao bem que praticamos; ou seja eu dou uma esmola de 5 euros a um pobrezinho, não significa que me vão dar a mim 5 euros um dia, apenas sei que o valor que os 5 euros representa para o pobrezinho virá para mim um dia, ou nesta vida ou noutra tanto faz, e poderá vir sob outra forma que não em dinheiro mas que equivale ao valor que esses 5 euros tiveram para o pedinte. <em>You see my point</em>?<br /> <br /> Outra regra é não se pode ignorar o que nos é oferecido: se a vida nos dá limões TEMOS que agarrar neles e fazer limonada... não vale a pena ficarmos à espera das laranjas (ou do vodka) se a vida te dá (de mão beijada) os limões agarra neles e faz qualquer coisa deles enquanto estiverem maduros.... Se a pessoa ignorar o universo deixa de dar! É como em tudo: se eu ofereço todos os dias um café a uma colega e ela nunca aceita eu às tantas deixo de oferecer... Se o universo te dá, agarra, faz qualquer coisa...se não deixa de te dar….<br /> <br /> Finalmente a vingança não faz sentido porque o efeito boomerang funciona para o bem E para o mal: se eu magoar alguém (propositadamente) vou ter a mesma magoa <em>someday</em>. Pode vir de outra forma de outra pessoa, ou de outra situação mas irei sentir a mesma dor na mesma proporção e equivalente ao que provoquei na outra pessoa.<br /> <br /> É lógico que a pessoa tem de estar consciente: se eu magoar inconscientemente outra vou ter sinais que não posso ignorar para passar a estar consciente do que fiz, neste sentido é sempre preciso agir, não vale pensar «ok, magoei a pessoa X há 10 anos e só hj tenho consciência disso, já não vale a pena fazer nada...» vale sempre a pena, desde que ajamos genuinamente sobre a nossa consciência.<br /> <br /> É isso.... tive que reler para ver se fazia sentido...<br /> <br /> Keep smiling ;)</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:337472013-03-15T12:41:12Nós os Tugas 14 (coisas que já escrevi em tempos)2013-03-15T13:34:57Z2013-03-15T13:34:57Z<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=rN5WAsZZuhIJASnL5fLg"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb513fbb4/14734096_L3ygr.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Há dias que de manhã, uma pessoa à tarde, não devia sair de casa à noite!</p>
<p> </p>
<p>Felizmente há outros dias em que acordo, antes do telemóvel tocar, e me sinto uma verdadeira privilegiada por ficar uns minutinhos extra na autentica ronha. Espreguiço-me, medito, dou festas ao Nicolau (que é o gato que dorme comigo – no sentido literal do termo), até sair da cama e iniciar o meu dia. Nestes dias, que (sorte a minha) são a maior parte deles, parece que tudo flui.</p>
<p> </p>
<p>Se tenho sono e vontade de ficar na cama, tenho a sorte de ter que me levantar porque tenho alguma coisa para fazer (na vida); se está sol e o dia está bonito, é uma alegria, se está a chover melhor ainda: é sinal que pelo menos por falta de água o país não se vai queixar; se apanho trânsito na A5 é porque faço parte de um grupo, muito restrito no mundo, que tem um carro, e sobretudo possibilidades de o manter, se por outro lado vou de comboio, ou metro não apanho transito e poupo no gasóleo. Se chego ao escritório e tenho toneladas de trabalho é sinal que alguém confia nas minhas capacidades, se não tenho, é uma oportunidade para pesquisar assuntos interessantes na net.</p>
<p> </p>
<p>Há dias em que até ligar para o ‘serviço de apoio ao cliente’ é gratificante, apesar de estarmos 10 horas e mais 6 meses à espera que nos atendam, somos saudados várias vezes com a frase: ‘a sua chamada é importante para nós, por favor aguarde’ o que só faz bem à auto-estima, a nossa chamada é importante caraças! Não acham? Ou quando andamos de autocarro e lemos ‘cuidado com o degrau’ é sempre simpático haver quem se tenha lembrado de escrever estes avisos calorosos e amáveis para poupar-nos da triste figura de nos espalharmos no degrau do autocarro… Há também, para quem o estrelado é importante, a famosa: ‘sorria está a ser filmado’, se não fosse esta camara (oculta) há muita gente que não tinha a sorte de ser filmada. Também gosto, especialmente às segundas, quando atesto o carro na Galp e oiço ‘obrigado por escolher a Galp, tenha um dia positivo’, há quem me deseje um dia positivo, uau… <em>I’m a lucky girl</em>!</p>
<p> </p>
<p>Se estas pequenas coisas do dia-a-dia não te põem bem-disposto, e ainda assim és daqueles que refila porque a crise se instalou e o desemprego vai aumentar, e há trânsito na cidade e é um inferno estacionar o carro e há bichas nas finanças e primeiro que um gajo seja atendido muda o ministro e os filhos da pu%& dos administradores do BNU encheram os bolsos à conta dos nossos impostos e a sogra e os filhos só dão trabalho porque ou estão velhos para trabalhar e só refilam ou ainda muito novos e só gastam….</p>
<p> </p>
<p>Se és do género queixoso, porque tens que tratar dos filhos, da sogra, da tia velha que não tem onde cair morta, se dizes mal do mundo porque o PM é um ladrão, ou se não era, passa a ser porque os impostos aumentaram e por isso tens menos dinheiro e é o cabr#$& do estado, aquela coisa vinda do demo, que te anda a lixar a vida, e ainda por cima tens um monte de facturas para arquivar e pior, inserir na <em>efactura</em>, coisa que inventaram só para dar trabalho, e os tipos do banco só te chateiam com telefonemas a horas impróprias para te venderem aplicações a dinheiros que tu nem sequer tens, e depois a criança do meio acorda com o choro do mais novo e instala-se o caos nocturno na tua casa, não pregas olho e no dia seguinte vais meio zombie e com umas olheiras até aos joelhos para uma reunião com o conselho de administração para discutirem a redução salarial, entretanto os putos mais velhos decidem fazer uma rave quando vais de fim de semana e quando voltas só te resta meia casa, se tudo mas tudo mesmo te corre mal:</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>COMPRA UMA VACA!</strong></p>
<p> </p>
<p>Sim, é isso mesmo, compra uma VACA. Tipo <em>pet</em>. Dá-lhe um nome e tudo. Depois cuida da vaca, dá-lhe de comer, tira-lhe as carraças, limpa-lhe as bostas, habitua-te ao animal a andar pelo meio da sala, à sogra a gritar, aos putos a tentar tirar-lhe leite que esguicha por toda a casa, os sofás ficam encardidos, decides ir pastar a vaca, sais com ela, dás uma volta ao burgo, voltas para casa, a sogra grita, os putos correm atrás da vaca, a vaca cheira mal, a casa cheira mal, tu cheiras mal. É isso.... cuida da vaca ai uns 15 dias, vá um mês….</p>
<p> </p>
<p>... e depois se ainda assim a vida se apresentar cinzenta e o desespero for de tal forma gigantesco que começas a entrar em depressão profunda, eu tenho a solução: VENDE A VACA!</p>
<p> </p>
<p>É isso vende a VACA e vais ter uma sensação de alivio misturada com uma felicidade interior imensurável, passas a jogar cartas com a sogra querida, que é um amor porque até toma conta das crianças, vais beber um chá com a tia que afinal até é uma porreira, até vais ao zoo com os putos (<span style="text-decoration: underline;">mas sem passarem pela quintinha do zoo</span>, não vá passares por uma vaca que te provoque angustias, neuras, <em>bad feelings</em> e essas cenas)</p>
<p> </p>
<p>Depois do episódio da VACA estabelece-se o NIRVANA, e o ‘sorria está a ser filmado’ ou a ‘a sua chamada é importante para nós, por favor aguarde’ vão ser musica para os teus ouvidos, MUSICA!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:333502013-03-14T19:55:35Amor de Mãe 212013-03-14T20:02:05Z2013-03-14T20:02:05Z<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=e6nKpZAVsaUCvzfU4d7j"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4d13de42/14732301_F6GW8.jpeg" alt="" width="500" height="470" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Ai que saudades que eu tenho de vir práqui soltar a língua!!!!</p>
<p> </p>
<p>Num destes dias vinha eu no carro com a minha Xizinha, a aproveitar aquele momento a duas, enquanto tentava não sair da minha faixa de condução, ia olhando para trás para falar com ela. Como o tempo anda escasso, aproveitava para lhe proporcionar alguma sabedoria profunda e supostamente útil (achava eu) para o futuro dela como pessoa e sobretudo para o relacionamento dela com os seus pares, sabedoria essa que só mãe sabe que tem que passar mas que filha querida ignora, mãe sente que falha porque não passa a mensagem tal como vê nos filmes, em que o sol brilha, o tempo não passa, nunca se está atrasada, os filhos são mega queridos e compreensíveis e percebem logo tudo à primeira, e a vida corre bem, antes, <em>back to my reality</em>, a minha viagem de carro passa-se a “correr”, pé a fundo no acelerador, entre a escola e casa, onde em 5 minutos tento dedicar-me a dar um sermão (sim é esta a palavra correcta) à Xis sobre como ela deveria agir com as amiguinhas….</p>
<p> </p>
<p>Eu (olhava-a pelo espelho retrovisor): <em>Francisquinha, sabes que não deves ser tão arrogante com as tuas amigas…</em></p>
<p> </p>
<p>Ela (ainda não percebeu que era sermão): <em>o que é arrogante?</em></p>
<p> </p>
<p>Eu (cheia de paciência e boas intenções): <em>querida, arrogante é achares-te superior aos outros e por isso achas que podes tratar mal as tuas amigas, não és minimamente humilde, e tens que ter em atenção à forma como dizes as coisas, és arrogante, respondona, pispirreta, achas que tens sempre razão</em> blá blá blá blá blá….and so on….nisto ia olhando pelo espelho para ver se ela estava a tomar atenção e estava, UAU pensei eu, está a ouvir-me, este discurso está a ser produtivo, vou continuar….<em>tens que ter cuidado na forma como falas com as tuas amigas</em></p>
<p><em><br /></em></p>
<p>Ela (interrompe-me): <em>óh mãe, não consegues dizer-me nada de bom???</em></p>
<p><em><br /></em></p>
<p>AI!!! OMG! Estou a ir longe demais, já meti os pés! Esborrachei-lhe a auto-estima, será que é irreversível? Ela, coitada, está despedaçada, pode até ficar traumatizada, e agora? Como faço para dar a volta? Ai! Pensa Pensa Pensa!</p>
<p> </p>
<p>Eu (com os olhos focados nela – who cares about driving when your daughter is about to be traumatized forever?): <em>CLARO QUE SIM! Tu és altamente sociável, tens um coração do tamanho do mundo, falas com toda a gente, és super inteligente</em> </p>
<p> </p>
<p>Ela (interrompe-me):<em>…sim e sou gira, canto bem, danço bem, sou simpática, tenho jeito para contar histórias, sei pintar-me, faço poemas giros</em></p>
<p> </p>
<p>Éh lá! PÁRA TUDO! E eu a pensar que tinha metido os pés! Caramba! Nunca vi ninguém com tamanha auto-estima! Medo…. é isso, muito Medo!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:330802012-05-22T17:30:37I GOTTA VENT - 82012-05-22T16:44:38Z2012-05-22T16:44:38Z<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: left;">
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=oCApOstZKT7c5Zk4hHyO"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B26093141/12334903_seNhh.jpeg" alt="" width="320" height="193" /></a></div>
</div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: left;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: left;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: left;">
<p> </p>
<p>Vamos lá ver, há as gajas com raça, aquelas que têm um <em>savoir fair</em>, um carisma, uma personalidade engraçada, atitude porra! E depois há as nhó nhós, aquelas que ninguém dá por elas e só sobressaem pela negativa, pela sonsice que emanam. As arraçadas são invejadas, as nhó nhós são desprezadas. Há nhó nhós que acham que os corn flakes são puzzles mas há nhó nhós que sabem que são nhó nhós, que ninguém as admira, nem as próprias filhas, a menos que sejam nhó nhós como elas, e são estas as nhó nhós perigosas. A propósito, há uma forte probabilidade de uma nhó nhó gerar outra nhó nhó, já as arraçadas normalmente geram crianças com <em>pedigree</em>, com o tal factor ‘xis’ que as diferencia das nhó nhós.</p>
<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=a2Yqc6ArI8TjII81wqsi"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4e09f3b0/12334911_ybi79.jpeg" alt="" width="260" height="194" /></a></div>
<p> </p>
<p>As nhó nhós sonsas e perigosas são ressabiadas, e têm enorme endurance para levar com secas, pois se as arraçadas as levam para as compras, as nhó nhós sonsas vão ruídas de inveja porque às arraçadas (gordas ou magras, não interessa) tudo lhes fica bem, já às nhó nhós mesmo com um corpo de top model (mas em bom, porque as modelos de hoje são umas anoréxicas sem graça nem raça) mesmo assim, nada lhes cai bem. É a ATITUDE! As arraçadas desfilam-se com segurança. Por vezes até são tidas como snobes, porque andam com orgulho de quem são, mesmo que sejam 16 por 9.</p>
<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=KDLJQotQdAAa1k4ghiZS"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B65092e5d/12334917_RzY55.jpeg" alt="" width="194" height="260" /></a></div>
<p> </p>
<p>As nhó nhós sonsas podem ser umas perfeitas 90-60-90 que ninguém lhes liga a mínima. Minto, há os seres XY que até as gramam porque normalmente são gajas fáceis, à procura de homem. Depois não percebem como é que eles evaporam depois de fazer ‘o amor’. Quer dizer, as nhó nhós barra totós, essas não percebem, as outras até percebem mas se não se meterem debaixo deles então é que não há alma que lhes safe.</p>
<p> </p>
<p>As nhó nhós sonsas e perigosas são gajas que têm rasgos de tentativa-de-demonstrar-que-até-têm-raça, e fazem-no por exemplo assim:</p>
<p> </p>
<p>Nhó nhó sonsa e perigosa (<em>ao telefone no local de trabalho em open-space com 30 funcionários</em>): <em>‘já viste, Teresinha, a sorte que eu tenho, ai credo quando abri o extracto da minha conta bancária e vi a transferência que o meu pai me fez, nem quis acreditar, ia caindo pró lado!’</em></p>
<p> </p>
<p>(segundos de silêncio em que a nhó nhó se vai rindo ao telefone com a suposta amiga – outra nhó nhó, obvio, porque uma arraçada 1º não estaria ao telefone com uma nhó nhó sonsa e perigosa e 2º uma arraçada teria desligado o telefone e acabado a conversa por ali)</p>
<p> </p>
<p>Nhó nhó sonsa e perigosa: <em>‘pois foi, um queriiiiiiiiiido, ai nem imaginas estou tão feliz, foi mesmo um fofo, agora tenho que aplicar o dinheiro, não vou ficar com tanto dinheiro na conta à ordem, tenho que ligar ao meu gestor de conta, que é o mesmo que o do pai, alias é o gestor das contas da família ….vou ligar-lhe já de seguida, ai mas não achas o máximo?’</em></p>
<p><em><br /></em></p>
<p>(silêncio e risos - falsos OBVIO)</p>
<p> </p>
<p>Nhó nhó sonsa e perigosa:<em> ‘vá minha querida, vou desligar para ligar para o banco, um beijinho muito grande, adeus’</em> (as nhó nhós não desligam a dizer ‘tchau’ porque acham que é coisa de gaja nhó nhó, por isso dizem ‘adeus’, ouviram uma <em><a href="http://muitomaisbranco.blogs.sapo.pt/24959.html" target="_blank">wanna be beta</a></em> a dizer que tchau era brega e então, cruz credo, nunca mais disseram tal palavra, e corrigem a mãe e o pai quando eles têm a infelicidade de se despedirem assim dela).</p>
<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=lBNC94zqzoiHJLaSpE1I"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B71063d1e/12334931_RyvGV.jpeg" alt="" width="178" height="284" /></a></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>É triste a nhó nhó sonsa e perigosa ter a necessidade de se auto promover, ou pelo menos achar que se auto promove desta forma foleira, pobre e brutalmente brega – uma quarentona a receber dinheiro do pai e a fingir que não percebe que os colegas ouviram quando ela supostamente contava à amiga numa conversa “privada” – há mais brega do que isto?</p>
<p> </p>
<p><em>Eu estava a falar com a minha melhor amiga, nunca pensei que estivessem a ouvir a minha conversa, que falta de educação!</em> E não queria nada contar ao mundo que tenho dinheiro pois não? E eu sou o pai natal….</p>
<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=1NQ4KjrZsSIY2FE0Qsss"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb209b584/12334928_gQUCr.jpeg" alt="" width="221" height="228" /></a></div>
<p> </p>
Fui… vou ver as minhas contas bancárias, a ver se ainda estou à tona d’àgua ou se já me afundei de vez!</div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:328362012-05-17T13:51:56I Am What I Am 72012-05-17T13:08:39Z2012-05-17T13:08:39Z<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=DMB4R7KeOnmuOAjKKOcC"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf4064cc8/12302802_LSpcH.jpeg" alt="" width="260" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><em>Acredito que</em></p>
<p>Só porque um casal discute, não quer dizer que não se ame</p>
<p>E só porque não discute que se ama</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Não temos de mudar de amigos se conseguirmos compreender que os amigos mudam</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Por muito amigo que alguém seja</p>
<p>Vai-nos magoar de vez em quando</p>
<p>E não é por isso que deixa de ser amigo</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>A verdadeira amizade continua a crescer mesmo quando a distância aumenta</p>
<p>O mesmo acontece com o amor</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Podemos fazer uma coisa num segundo que muda o resto da nossa vida</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Devemos sempre deixar as pessoas que gostamos com palavras de amor</p>
<p>Pode ser a última vez que as vimos</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Aguentamos muito mais do que aquilo que achamos que aguentamos</p>
<p>Somos mais fortes do que julgamos ser</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>O universo só nos dá aquilo que merecermos</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Somos responsáveis pelo que fazemos</p>
<p>Independentemente de como nos sentimos depois</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Herois são aqueles que fazem o que é preciso fazer</p>
<p>Quando é necessário</p>
<p>Independentemente das consequências</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Há pessoas que têm muito mais do que eu mas também há as que têm muito menos</p>
<p>E porque tudo é efémero devemos estar gratos pelo que temos</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Tenho ainda muitas coisas por resolver</p>
<p>Outras já resolvidas</p>
<p>E outras, talvez a maioria, que eu penso estarem resolvidas mas que nem por isso estão</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Não há coincidências</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>A felicidade procura-se, não se encontra</p>
<p>E é essa procura que nos torna feliz</p>
<p>É o percurso, não a meta</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Devemos ser fieis ao que acreditamos sem que por isso nos sintemos mal se mudarmos de crenças</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>O amor incondicional existe</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>O que não nos mata torna-nos mais fortes</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Podemos ser aquilo que quisermos</p>
<p>Quando quisermos</p>
<p>E que podemos ter tudo na vida</p>
<p>Mas não podemos ter tudo ao mesmo tempo</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Sozinhos não somos ninguém</p>
<p>Precisamos uns dos outros</p>
<p>E precisamos uns de uma forma e outros de outra</p>
<p>E que devemos abraçar a diferença dos que nos rodeiam e com isso aprender</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Somos o que fazemos não o que dizemos</p>
<p>E que o inferno está cheio de boas intenções</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>O inferno está nas nossas cabeças</p>
<p>E o paraiso também</p>
<p> </p>
<p><em>Acredito que</em></p>
<p>Está a demorar muito tempo para eu me tornar na pessoa que eu gostaria de vir a ser</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:327412012-05-16T14:23:22Guerra dos Sexos 13 - As Regras2012-05-16T13:33:40Z2012-05-16T13:33:40Z<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=NB4jaGSvbuZuZwcNEzog"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9608e043/12296312_zsNyB.jpeg" alt="" width="276" height="183" /></a></p>
<p> </p>
<p>É impossível não voltar a falar nas regras…. Já o disse <a href="http://muitomaisbranco.blogs.sapo.pt/30564.html" target="_blank">aqui</a> como ser uma donzela casadeira, ou por outra, como levar um homem a pedi-la em casamento? Sim é verdade, são cada vez mais raros os casos, sobretudo os casos que perdurem, mas ainda há quem o faça.</p>
<p> </p>
<p>O livro começa logo com a primeira regra que é qualquer coisa de fantástica:</p>
<p> </p>
<p><em>REGRA 01: Seja ‘Uma Criatura como Nenhuma Outra’</em></p>
<p> </p>
<p>Só o título dá-me vontade de atirar com livro à cabeça de alguém, daquela pessoazinha que contínua solteira, apesar de já ter lido o livro das regras e o seguir à letra, mas também se ela levasse com o livro na <span style="text-decoration: line-through;">tromba</span> testa, seria totalmente inofensivo pois o livro tem, pasme-se, 130 páginas…. Como é que se consegue ensinar alguém a ser uma potencial futura ‘esposa’ (arghhh odeio essa palavra) em 130 páginas? Tá explicado a razão pela qual a tal <em>poucachinha</em> ainda se encontrar solteira…<em>ah e tal ela é tão simpática, bonita, inteligente mas… encalhada, pobrezinha</em>… tá visto que não anda a pôr em pratica <em>as regras</em>…</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=LwzJrObtRjhwQt4uwmzI"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc406529c/12296351_miIZk.jpeg" alt="" width="249" height="203" /></a></p>
<p> </p>
<p>Voltando à regra básica, à primeira, será que alguém me pode explicar como é que se cria uma <em>regra</em> que NÃO FAZ SENTIDO NENHUM, pois basta nascer para se ser uma criatura como nenhuma outra, ou já se anda a praticar a clonagem e eu não sabia????</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=vsv3yQrNeGb47a2b4B8U"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc2093d6c/12296356_Oz9uS.jpeg" alt="" width="196" height="258" /></a></p>
<p> </p>
<p>Ahhhhh ok percebi, é que as donzelas poucachinhas que leem as regras para eventualmente arranjarem alguém que as <span style="text-decoration: line-through;">ature e as sustente</span> ame, não conseguem ser originais, tentam desesperadamente copiar as outras, são de tal forma inseguras que lhes é absolutamente aterrorizador serem elas próprias, têm que imitar os comportamentos, vestir as roupas, fazer os penteados e ter as mesmas atitudes daquelas que elas julgam estar ‘bem casadas’ e que as poucachinhas têm uma BRUTAL-DOR-DE-COTOVELO e roem-se de inveja das casadas.</p>
<p> </p>
<p>É por isso que têm de ler a REGRA 01 para perceberem que o que é fixe é ser-se genuína e não é nada fixe tentar passar por aquilo que não se é. Ou bem que se é, ou então meninas casadeiras poucachinhas, uma imitação ranhosa “luis vitor” não serve. Ó cabecinhas ocas, se querem casar têm de ser originais, <em>capiche</em>???? Claro que não vão agradar a todos, mas o objectivo é agradar ‘<em>the one</em>’ e não todos, certo? E para agradar ‘<em>the one</em>’ têm de ser reais, verdadeiras, genuínas, autenticas mesmo que isso vos pareça assustador, mas quanto mais rapidamente ultrapassarem a dor-de-cotovelo e assumirem-se tal como são, mais rapidamente encontram ‘<em>the one</em>’.</p>
<p> </p>
<p>Pode não ser grande coisa, mas isso é a tal coisa <em>amor com amor se paga</em>, e se a <em>poucachinha</em> não é grande coisa não pode estar à espera de encontrar um Brad Pitt com cerebro, ok? Caiam na real!</p>
<p> </p>
<p>Depois adoro, mas adoro mesmo uma das últimas regras, que diz assim:</p>
<p> </p>
<p><em>REGRA 33: Cumpra As Regras e Será Feliz para Sempre!</em></p>
<p> </p>
<p>E eu andava para aqui enganada! Já devia ter lido esta regra, assim comprava uma tonelada de livros, quer dizer, menos, porque já são poucas as Mulheres que querem casar, e ofertava às poucachinhas desta vida e voilá: welcome to nirvana!</p>
<p>Pois claro, então se cumprirem as regras não só serão felizes, mas serão felizes PARA-SEMPRE!</p>
<p> </p>
<p>Para sempre não será muito? É que já me está a cheirar a ciganice, ou querem-me atirar areia para os olhos? Forever and ever and ever and ever…. Tá bem abelha. Vou fingir que acredito. Estou com uma vontade muito grande de GRITAR mas vou-me conter, é que não quero acordar a <em>poucachina</em> que ultimamente anda meia apagada….assim como assim leva-se melhor com ela apagada do que moribunda. Moribunda incomoda, apagada não se dá por ela.</p>
<p> </p>
<p>Lá estou eu a divagar….</p>
<p> </p>
<p>Bem por hoje é isto, se mais daqui a bocadinho a <em>poucachinha</em> acordar eu volto a escrever…</p>
<p> </p>
<p>FUI!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:324052012-05-15T17:06:30Guerra dos Sexos 12 - Dicas2012-05-15T17:12:34Z2012-05-15T17:12:34Z<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=BRJOwMRdRREqNdZlCc6J"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gee08fde5/12292220_LJzFo.jpeg" alt="" width="232" height="217" /></a></div>
<p> </p>
<p>Há igualdade entre os sexos? Ou há um sexo forte, por oposição a haver um sexo fraco? E qual é o forte? Será a mulher? Será o homem? O que é que os move? O que é que os faz feliz?</p>
<p> </p>
<p>O homem é um ser muito fácil de agradar, num outro post vou elaborar este tema de como agradar um homem sem ser subserviente….</p>
<p> </p>
<p>Agora interessa-me mais o contrário….</p>
<p> </p>
<p>Como é que um homem pode agradar uma mulher?</p>
<p> </p>
<p>10 dicas:</p>
<p> </p>
<p>1/ Ao chegar a casa antes de fazer seja o que for o <span style="text-decoration: underline;">homem deve abraçar a sua mulher</span>. É a primeira coisa que ele deve fazer, depois pode ir buscar uma cerveja, até pode pedir que ela lha leve à sala enquanto ele se espoja no sofa a fazer zapping. Aquele abraço antes de tudo o resto é fundamental.</p>
<p> </p>
<p>2/ O homem deve resistir à tentação de achar que consegue resolver todos os problemas que ela tem. Ao ser confrontado com um desabafo dela, deve ficar solidário com ela, <span style="text-decoration: underline;">pode abraça-la mais uma vez</span>, ao invés de explicar-lhe o que ela deve fazer para resolver o problema. É que é tão fácil resolver os problemas dos outros, e elas não precisam de alguém que lhes resolva nada, antes precisam de alguém que as apoia. Não precisam do macho que a trata como se ela fosse uma imbecil….</p>
<p> </p>
<p>3/ Devem dizer-lhes amiúde como elas são lindas de morrer, <span style="text-decoration: underline;">abraçá-las</span> e dizeres como estão magras e perfeitas e até podem sugerir que elas engordem um bocadinho, é que uma mulher NUNCA se acha magra demais.</p>
<p> </p>
<p><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=A5W2ysP9dAj5oihOJSIV"><img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb809def2/12292586_bEzDM.jpeg" alt="" width="269" height="187" /></a></p>
<p> </p>
<p>4/ Quando ela falar dê-lhe a máxima atenção! Este ponto é fundamental, desliguem a televisão, larguem os telemóveis e ouçam-na. Genuinamente ouçam-na. É simples. <span style="text-decoration: underline;">Ahhhh e depois abracem-na</span>.</p>
<p> </p>
<p>5/ Não faça zapping quando está a ver TV com a sua mulher. É um brutal <em>no-no</em>, a menos que ela também queira, mas se assim for, dê-lhe o comando para ser ela a fazer zapping <span style="text-decoration: underline;">enquanto você a abraça</span>.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=fULlRevaM6qOp3g9R3Jg"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bcd099a0a/12292593_7O5fg.jpeg" alt="" width="266" height="189" /></a></p>
<p> </p>
<p>6/ Fique do lado dela quando ela estiver chateada com alguém. Seja o apoio dela e NUNCA mas NUNCA dê razão à outra pessoa. Isso é um tiro na alma da mulher. A mulher precisa de alguém que a perceba que a entenda e que esteja do seu lado, independentemente dela ter ou não razão. Isso com o tempo acontece naturalmente. A mulher, como ser inteligente que é, naturalmente se apercebe que não tem razão, quando na realidade não tiver, não precisa do homem para lhe ‘dar na cabeça’ antes precisa dele para <span style="text-decoration: underline;">receber um abraço</span> demonstrativo da sua compreensão…</p>
<p> </p>
<p>7/ Homens deste mundo, mostrem afecto e sejam carinhosos sem estarem propriamente sexuais. Mega importante para a mulher ter o carinho do macho e perceber que ele está a ser carinhoso porque realmente gosta dela e não porque está à espera de ter uma noite de núpcias tipo <em>9 semanas em meia</em>. <span style="text-decoration: underline;">E abracem-nas com força.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>8/ Prestem uma maior atenção à vossa mulher quando estão em público do que a outras pessoas / mulheres. Mostrem afecto em público, <span style="text-decoration: underline;">abraçando-a</span>.</p>
<p> </p>
<p>9/ De vez em quando ofereça-lhe pequenos presentes, umas flores, uns chocolates, um perfume, um mimo qualquer. Mostrem que se lembraram delas, e depois dela abrir o presente e sorrir, <span style="text-decoration: underline;">deem-lhe um abraço e um beijo na testa</span>.</p>
<p> </p>
<p>10/ Quando saírem de casa para irem trabalhar, deem-lhe um beijo <span style="text-decoration: underline;">e um abraço</span> e despeçam-se.</p>
<p> </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Resumido: tudo se resolve com um abraço, afinal a mulher não é assim tão complicada!!!!</span></p>
<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=hzlhBeOcui5nAqEJMzR3"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3708ce33/12292608_MpJZw.jpeg" alt="" width="353" height="411" /></a></div>
<p> </p>
<p>Agora vou receber um abraço! Fui!</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:320772012-05-15T16:52:22I GOTTA VENT - 72012-05-15T16:06:10Z2012-05-15T16:06:10Z<p>Ok ando muito ocupada sem tempo para nada, e a vida é um inferno e nem para me coçar tenho tempo e ando sempre a correr e ai meu deus que estou sempre atrasada e ade ade ade.... desculpas é o que é....</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=Q999Pg9l9w4DSuidemjc"><img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G10085be0/12292335_qrCZC.jpeg" alt="" width="225" height="225" /></a></p>
<p> </p>
<p>Tempo há sempre. Isto é, se se quiser mesmo mesmo mesmo há tempo.... o que aconteceu é que o blogue deixou de ser prioritário, é mais por ai....</p>
<p>Trabalho sempre tive muito (e não me queixo nem um bocadinho) e sempre encontrei tempo para fazer tudo o que me apetece. O que significa que não me tem apetecido muito escrever....</p>
<p>Mas o facto é que eu começo a ressacar de não escrever. Acho que (salvo rarissimas excepções) consigo expressar-me melhor na escrita do que pela via oral.</p>
<p>Por isso mudei de look, adoptei um estilo mais classico menos espalhafatoso, limpei a cara e agora vai disto!</p>
<p> </p>
<p>Me aguardem!</p>
<p>Fui (mas volto já)..... </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:318482011-11-11T14:20:52I GOTTA VENT - 62011-11-11T14:29:00Z2011-11-11T14:29:00Z<p> </p>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=pKv1qlzlBPD18zcF4dPU"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2c07e025/9413375_VBiST.jpeg" alt="" width="202" height="250" /></a></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ultrapassa-me como é que alguém tome um duche, se lave, com sabonete e que tais, e não lave a gadelha, suada, transpirada, a pingar, depois duma aula violentíssima de <em>bodycombat</em>. Eu ando para lá aos murros e pontapés durante uma hora, em que consigo, nos intervalos dos murros, beber ¾ de litro de água e ainda transpirá-la toda, e o meu cabelo, que, ok, não é lá grande juba, fica completamente encharcado e mal acabo a aula urge em ser lavado.</p>
<p> </p>
<p>Aliás eu saio da aula a arfar, tipo cão depois duma corrida de 100kms pelo deserto, e preciso desesperadamente de primeiro, ingerir a maior quantidade de agua possível de forma a continuar a respirar, e sem me engasgar, segundo, despir-me, o que só por si não é tarefa fácil, pois toda a roupa está colada à pele, e terceiro, vou assim como vim parar ao mundo a correr (qual Brook Shields na Lagoa Azul, mas menos nova e boa), como se quisesse ganhar a medalha de ouro, quer dizer, bronze dos 100mts, para o duche e consigo manter-me debaixo d’agua fria uns 5 minutos, em pleno estado “O” a recuperar de tamanha impetuosidade física, marcada sobretudo pela intensidade do treino, que é altamente eficaz, uma vez que a força dos murros/pontapés, é proporcional ao ódio que conseguimos manifestar durante o treino perante uma pessoa imaginária a quem estamos furiosamente a esmurrar. Como neste momento não odeio ninguém, ou pelo menos não odeio ninguém que mereça o meu ódio, imagino o Socrates, depois o Armado Vara, depois o Cavaco, depois ao Dias Loureiro, passando pelo Mira Amaral e volta ao Socrates e de uma forma geral à <span style="text-decoration: line-through;">falta de</span> classe política Tugalêsa.</p>
<p> </p>
<p>Mas o que me choca, para além da falta de coluna vertebral da cambada de gente que nos <span style="text-decoration: line-through;">des</span>governa, é, sem dúvida, haver raparigas que depois de uma aula tão pujante como a do <em>bodycombat</em> não vão imediatamente lavar a cabeça. Choca-me pronto. Ok, a pessoa tem que aceitar a diferença e tal, MAS minhas amigas, não lavar a cabeleira suada é tão mau como fazer a aula toda e não suar nada.</p>
<p> </p>
<p>Sim também existem dessas, que não devem odiar ninguém, nem sequer os políticos corruptos, pois fazem a aula como se estivessem a mexer o esqueleto o menos possível, não vá partir-se, e que nem um pingo de suor vertem. Ok, essas, dão-me raiva, mas ao menos ajudam-me nas aulas, pois olho para o treino delas e apesar de estar de frente ao espelho, observo-as pelo canto do olho imaginando que se por acaso eu lhes tivesse a bater com aquela intensidade se elas mantinham o esqueleto intacto ou se acabavam por se desfazer. Vai na volta sofrem de osteoporose e não podem ser mais activas do que aquilo, ou então foram operadas aos joelhos, ou então são apenas hipocondríacas, e eu práqui a dizer mal…shame on me....</p>
<p> </p>
<p>O problema deve ser meu, é que bebo muita e depois dá nisto de suar e ter que lavar a cabeça, é isso…. </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:315102011-10-21T10:53:59I GOTTA VENT - 52011-10-21T10:00:53Z2011-10-21T10:00:53Z<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
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<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;">
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"><a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=2LjAAm1BWZzwAEjS4rhA"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2d07b4f2/9314794_wRRg1.jpeg" alt="" width="197" height="132" /></a></div>
</div>
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<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;">
<p>Exmos. Senhores,</p>
<p>ONEY</p>
<p> </p>
<p style="text-align: left;" align="right">Lisboa, 21 de Outubro de 2011</p>
<p style="text-align: left;" align="right"> </p>
<p align="center">ASSUNTO: CARTÃO JUMBO – CONTRIBUINTE XXXXXXXXX</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Recebi um sms vosso para o meu telemóvel (XXXXXXXXX) o qual me surpreendeu sobremaneira. O sms estaria a cobrar-me 5,20€ da ‘não utilização do cartão JUMBO’.</p>
<p> </p>
<p>Ainda mais surpreendida fiquei uma vez que não utilizo o cartão JUMBO desde 2004… Já nem sequer o tenho…</p>
<p>Assim, gostaria de perceber se o que me estão a pedir para pagar é pela ‘não utilização do cartão’ ou se é alguma ‘esmola’, para não chamar outro nome menos simpático, pois é no mínimo estranho que me estejam a cobrar agora um valor sobre um produto/serviço que eu não utilizo há 7 anos…</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Não vou pagar 1 cêntimo</span></strong> porque não concordo com a divida que vocês dizem que eu tenho para com o JUMBO.</p>
<p> </p>
<p>Acho um <strong><span style="text-decoration: underline;">abuso</span></strong> de confiança e até soa a <strong><span style="text-decoration: underline;">vigarice</span></strong> pois não é admissível que eu seja incomodada com estes assuntos quando deixei de ser cliente JUMBO há 7 anos.</p>
<p> </p>
<p>Mais informo que devem proceder imediatamente ao cancelamento do contrato que dizem ainda estar activo, apesar de eu só ter tomado conhecimento disto 7 anos depois, mantendo eu o mesmo número de telefone que tinha aquando da elaboração do contrato. Só 7 anos depois é que me contactam, será da crise?</p>
<p> </p>
<p>Sinto-me incomodada com isto e sobretudo sinto que me estão a querer ir ao bolso pois devem pensar que por quantias tão pequenas as pessoas, na sua maioria, preferem pagar e calar para não se chatearem, mas comigo não têm a mais pequena sorte.</p>
<p> </p>
<p>Agradeço que tomem as diligências necessárias e não me voltem a incomodar.</p>
</div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;"></div>
<div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;">(AHHHH e desta vez não tive problemas na forma como me despedia, nem duvidas... não me despedi - ponto -)</div>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:314732011-10-14T15:44:02Nós os Tugas 132011-10-14T14:56:22Z2011-10-14T14:56:22Z<p style="text-align: center;"> <a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/muitomaisbranco/fotos/?uid=zLOG4PAmPFGKNazkfLOc"><img style="border: 0 none;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc7077788/9283418_bzIzZ.jpeg" alt="" width="153" height="182" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Olá gentes,</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Pois que devo ser uma anormal devo. Ou então não…</p>
<p style="text-align: justify;">Há duas coisas que me deixam confusa, quer dizer há muito mais, mas estas fazem-me duvidar da minha sanidade mental…</p>
<p style="text-align: justify;">Será que sou só eu que:</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">(1) Não entendo como é que é suposto as pessoas se cumprimentarem num e-mail, se é simplesmente ‘<em>Bom dia Maria</em>’ ou se deve ser ‘<em>Cara Maria</em>’ ou antes, ‘<em>Exma. Sra. D.ª Maria</em>’, ou ainda, ‘<em>Exma. Sra. Dra. Maria</em>’ e ainda há a versão jurídica do ‘<em>Ilustre Colega, Exma. Senhora. Dra. Maria</em>’ e mais numa versão académica ‘<em>Exma. Senhora Professora Doutora Maria</em>’ – estas versões são pralá de cansativas. Eu tenho imensa dificuldade em perceber quando posso usar um tipo de saudação ou outro. Deve ser por ter estudado em Inglês em que é sempre invariavelmente ‘<em>Dear Sir</em>’ OU ‘<em>Dear Madam</em>’ – quando não se conhece e ‘<em>Dear Mr. José</em>’ OU ‘<em>Dear Ms. Maria</em>’ – quando se conhece, e ponto. Quais dê éres ou coisa que o valha… dê éres em Inglês são os médicos. Será possível padronizarmos a coisa de uma forma simples, para que quando vá enviar um e-mail saiba logo como me dirigir à pessoa. E desengane-se quem acha que um ‘<em>Bom dia Maria</em>’ nunca poderia ser levado a mal. Pois… é que há gentinha que fica pralá de ofendida com o simpático (achava eu) ‘<em>Bom dia Maria</em>’… é que a bem ver o ‘<em>Bom dia Maria</em>’ é uma saudação amável e só gente mesquinha é que pode levar tal saudação a mal. Já o ‘<em>Ilustre Colega, Exma. Senhora. Dra. Maria</em>’, linguagem usada entre advogados (que são uma espécie à parte) é algo surreal e difícil de encaixar nesta minha maneira espontânea de ser, vai na volta é por isso que não sou advogada …</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O mais surpreendente é que depois o Ilustre blá blá blá vêm muito educadamente mandar uns aos outros à merd@... Onde é que fica o tão ilustre, notável e distinto colega? É isso. Ahhhhh ainda me faltou os que não se cingem ao primeiro nome e vai de pespegarem com os apelidos e tudo, então a coisa fica mais ou menos assim ‘<em>Ilustre Colega, Exma. Senhora. Dra. Maria Pereira de Morais Carneiro, recepcionámos a sua carta, a qual mereceu a nossa melhor atenção, contudo devido ao teor da mesma, compete-me informar a Ilustre Colega, que ficou unanimemente decidido, com o devido respeito, indicar que meta o extintor, que certamente estará pendurado numa das paredes do seu Ilustre escritório, salvo erro naquela entre o quadro do Picasso e a escultura de Rodin, no seu olho, aquele que nunca viu o sol’</em> ora bem são 78 palavras gastas, quando poderia ser algo tão simples quanto ‘<em>Bom dia Maria, relativamente à carta que nos enviou, vá mazé levar no cú</em>’ e com 14 palavrinhas a coisa tá feita. Não entendo todos os éffes e érres quando no fundo a coisa é mesmo brega, seja em que formato for.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">(2) Também não entendo como é que as pessoas se despedem nos e-mails, embora esta questão seja muitíssimo mais simples do que a parte da saudação, porque o cumprimento sem todos os dê érres é coisa para ser considerado bastante insultuoso, já a despedida, como não carece desses títulos a coisa corre invariavelmente melhor. Contudo há o clássico ‘<em>Melhores cumprimentos</em>,’ ou ainda o ‘<em>Atentamente</em>’, há o vulgo ‘<em>Obrigada</em>,’ que quando se torna mais corriqueiro passa a ‘<em>Obg,</em>’ e há o meio atrevidote ‘<em>Beijinhos,</em>’.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Este ultimo para ser usado com muito cuidado, porque pode ser considerado demasiado íntimo para as relações profissionais, embora possa haver essa abertura, normalmente para as mesmas pessoas que não levam a mal o cumprimento pelo simples ‘Bom dia Maria’. Enfim é uma questão de bom senso. O problema põe-se quando não se sabe ao certo se o ‘beijinhos,’ é encarado numa de ser amável e numa tentativa de aproximação e portanto joga a nosso favor, ou se é encardo numa de ‘<em>olha olha, está já me manda beijinhos, quem é que ela pensa que é</em>’, por isso em caso de duvidas o ‘<em>obrigada</em>’ serve perfeitamente. Em inglês, lá está, a coisa é muito mais simples. Jamais se despede de alguém com ‘<em>Kisses</em>’… Utiliza-se o ‘<em>Best regards</em>,’ ou numa simpátia extrema o ‘<em>Kind regards</em>’, e depois com a continuação passa a ‘<em>B. rgds</em>,’ e já tá.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que me deixa intrigada na altura da despedida é o cartão-de-visita que vem por baixo, e que normalmente contém o nome da empresa, o cargo e os contactos e vá, a pagina da internet também. E isso basta. Pensava eu. Mas é cómico ver um cartão-de-visita como descrevi em cima, em que depois encontramos uma indicação toda <em>avan-garde</em> e que fica sempre bem tipo ‘<em>pense no ambiente antes de imprimir este e-mail</em>’ e depois segue-se uma lista interminável dos vários prémios que aquela empresa já ganhou, tipo ‘Melhor empresa para trabalhar no ano 2010’; ‘Troféu melhor amigo do ambiente’, e por ai fora…. cómico…. <em>to say the least</em>. Para não falar nos logos às cores e dos twitters e facebooks e outras indicações que sempre contribuem para a imagem que a empresa quer passar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E com isto vou-me, é 6ª e eu despeço-me de vocês com o desejo de que passem um bom fim-de-semana (muito utilizado também para despedidas nos e-mails às 6as)</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Fui! </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:310802011-10-12T15:21:33I GOTTA VENT - 42011-10-12T14:29:51Z2011-10-12T14:29:51Z<p> </p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc907094d/9275921_g4azq.jpeg" alt="tandem 744" border="0" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Estamos nós, o Z. e eu prontos para iniciar a excursão que nos ia levar ao suposto berço da humanidade, à ‘cidade da paz’, como ironicamente era inicialmente chamada, hoje em dia, vulgo Jerusalém, sentados no autocarro, algures em Tel-Aviv, a aguardar. Tínhamos acordado pra lá de cedo, e estávamos, 2 horas depois à espera. Esperávamos tudo, menos o que acabámos por encontrar.</p>
<p> </p>
<p>Longe estávamos nós de imaginar que a ‘cidade perfeita’, era exactamente isso, perfeita. Perfeita na harmonia das ruas, na riqueza dos materiais usados, na beleza dos templos, igrejas e sinagogas, nas cores neutras e ocres, equilibradas entre outras mais vibrantes, como uma orquestra de paredes de pedra polida ou de pedra madeira, em que tudo era construído, transmitindo uma sensação de mansidão visual, sem choques de falta de planeamento urbano, como estamos nós, Tugas, habituados a ver pelo burgo.</p>
<p> </p>
<p>Perplexos com a beleza dos mosaicos, naquele ‘labirinto’ ordenado e de certa forma unido, ligado por um Deus que se sente a pairar sobre nós, omnipresente, mesmo para os não crentes, como eu, e, com a certeza que estávamos perante uma terra que tinha tanto de sagrado como de opulento. As multidões cercavam o muro das lamentações, numa tentativa frustrada de pertença. Nós não pertencíamos ali. Por muito respeito, muito recato, e muita abstinência nos sinais exteriores de riqueza que pudéssemos abraçar, nós éramos significativamente diferentes. E era essa diferença tão sentida que nos chocava sobremaneira. A diferença cultural era um poço sem fim, excessivamente atraente e ao mesmo tempo demasiado sufocante.</p>
<p> </p>
<p>Mas enquanto estávamos na expectativa, à espera, sentados no autocarro arejado e fresco, antes de iniciarmos a excursão, estava um casal americano de meia-idade com uma filha nos seus vintes loira e enxurrada de adornos dourados, como se para um baile de finalistas brega fosse, mas que nos proporcionou momentos de risota pegada. Elas, apesar de típicas americanas, percebemos nós, tinham origem russa, pelo que fruíam de um corpo elegante, e nisso, só nisso, destoavam das vulgares americanas, em tudo o resto eram iguais. O sotaque, o ar superior e altivo com que miravam o guia e o motorista, o jeito arrogante e pespineta com que faziam questão de se exibir, eram em tudo puras americanas, vinham de <em>shorts</em> e <em>tank-tops</em>, alias, vestimenta muito apropriada para quem vai visitar um local sagrado.</p>
<p> </p>
<p>Muito pelo contrário, o marido, era um <em>cool</em>, não estava nem ai para elas. Deixou-as sentarem-se ao lado uma da outra, e ficou pacatamente no banco ao lado. Em toda a excursão manteve um charuto apagado no canto da boca, que tirava apenas para falar.</p>
<p> </p>
<p>O Z. e eu estávamos sentados mesmo atrás das americanas. Enquanto esperávamos o autocarro arrancar, eram muitas excursões, e por isso a coisa levou um certo tempo, elas estavam furibundas, fartas de esperar e indignadas com a ‘<em>falta de organização</em>’ típica de quem nunca organizou nada. </p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Mãe histérica para o Pai zen: <em>ainda estamos a tempo de desistir, pedimos o nosso dinheiro de volta, e temos um seguro que nos permite ter um reembolso do que pagámos, e podemos ir depois com um guia particular em vez de estarmos aqui neste autocarro imundo e a cheirar mal, sem condições nenhumas! Parece incrível, isto não se faz, nós pagámos e estamos à espera há séculos, e está tudo mal organizado, eu por mim cancelava já isto e accionava o seguro, não achas?</em> (pergunta à filha, a filha diz que sim com a cabeça) <em>É que estamos aqui à espera, e sinceramente eles estão a tratar-nos como lixo, não merecemos este tipo de tratamento. Temos um seguro de viagem que basta um telefonema para accionar, e não nos custa nada</em>….(e continuou <em>ad nauseam</em>, qual disco riscado), CREDO como é que é possível…</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O Z. e eu assistíamos à fúria da americana, atónitos, mas ao mesmo tempo encantados, pois lá nos íamos rindo do episódio. É que ela estava a ter um ataque de fúria, e ele, o pai, estava completamente <em>blasè</em> sem ligar a mínima, com um ar pacato e tranquilo, como se não a estivesse a ouvir.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Bom, definitivamente não era caso para tanto… Sim estávamos à espera, eram muitas excursões, mas estamos de férias…. Estávamos confortáveis, o autocarro tinha ar condicionado, <em>okay</em>, não era o último grito dos modelos de autocarro, e era com toda a certeza bastante mais pequeno do que os comuns autocarros americanos, mas era razoavelmente bom para estarmos cómodos e sem stress a aguardar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mas ela não tinha travões, continuou: <em>sim, porque temos o seguro e podemos accioná-lo. Eu por mim ia-me já embora! Este autocarro é pequeno, desconfortável, sujo e está todo encardido…</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br /></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nisto o pai parece que ganha vida e diz: <em>Sempre é melhor que a casa da tua mãe…</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br /></em></p>
<p style="text-align: justify;">O Z. e eu não conseguimos conter a gargalhada que fingimos ser de qualquer coisa que vimos na rua.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mas inteligente, muito inteligente, ou então conhecia muito bem a mulher que tinha, pois com esta ela ficou-se e nem mais uma palavra sobre o suposto autocarro imundo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim que começou a nossa ida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Já em Jerusalém, deram-lhes umas saias e uns lenços para cobrirem as pernas e os cotovelos, mas elas estavam mais interessadas em fazer compras do que aproveitar o que a cidade tinha para oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>O pior cego é aquele que não quer ver.</em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Tão poucachinas que elas eram, credo!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:308332011-10-11T14:17:41Amor de Mãe 202011-10-11T13:40:03Z2011-10-11T13:40:03Z<p> </p>
<p> <img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9207c3e0/9271258_wQ0Z3.jpeg" alt="20111011_bloge 2" border="0" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ontem na cama antes de adormecer, começa a <em>lengalenga</em> do costume.</p>
<p> </p>
<p>Ela: Óh mãeeeeeeee….</p>
<p> </p>
<p>Eu: UquiÉ???</p>
<p>Ela: FICÁQUI… (e choraminga, ou ameaça que vai chorar, sei lá)</p>
<p> </p>
<p>Eu: Bemmmmm o que é que se passa??? Vais fazer 8 anos, não dá para birras nem para te portares como se tivesses 5, não achas?</p>
<p>(e viro costas, saiu do quarto)</p>
<p> </p>
<p>Ela: mãeeeeeee (e arrasta a voz com choro no final)</p>
<p> </p>
<p>Eu tenho que decidir: quem manda? Sou eu. Então <em>I’ll stick to the plan</em>. E o plano é: eu é que mando. E portanto ela bem pode choramingar que EU não vou lá….</p>
<p> </p>
<p>Começo a contar muito devagar 1, 2, 3 (…) 10, 11, 12. O choraminganço passou a choro…. 13, 14, 15, (…) 20, 21. Hesito… Começo a sentir receio que os vizinhos chamem a polícia por suspeita de violência doméstica, pois o choro já começa a entrar em decibéis muito pouco aconselháveis para aquela hora da noite.</p>
<p> </p>
<p>Entro no quarto com a cara número 36.</p>
<p> </p>
<p>Eu: É MELHOR CALARES-TE PORQUE SENÃO OS VIZINHOS CHAMAM A POLICIA PARA TE PRENDEREM, PORQUE A ESTA HORA NÃO SE PODE FAZER TANTO BARULHO!!!</p>
<p> </p>
<p>(ela cala-se, intrigada e meia assustada)</p>
<p> </p>
<p>Ela: tá bem mãe, eu calo-me mas porque é que tu estás a gritar comigo?</p>
<p> </p>
<p>Eu (sento-me na beira da cama e ponho o meu ar mais calmo): filha, é assim: quando tu escolhes o comportamento tu escolhes a consequência. Se choras e fazes birra, escolhes um comportamento mau, logo irás ter uma consequência má, que é eu gritar contigo. Se não chorasses e me pedisses para ficar um bocadinho aqui a dar-te miminhos estarias a escolher um bom comportamento e terias uma boa consequência, eu ficaria a dar-te miminhos, compreendes?</p>
<p> </p>
<p>Ela: sim, um bom comportamento tem uma boa consequência e um mau comportamento tem uma má consequência.</p>
<p> </p>
<p>Eu (credo, foi tão fácil…): isso mesmo filha!</p>
<p> </p>
<p>Ela (pensativa): não, não…. nem sempre é assim…</p>
<p> </p>
<p>Eu: não?</p>
<p> </p>
<p>Ela: não! Então imagina que há um gato no tecto, e ele está a cair, e eu vou a correr salvá-lo mas tropeço e caiu, e o gato cai no chão e morre. O comportamento era bom, mas a consequência foi má… eu escolhi um comportamento bom: salvar o gato, mas a consequência foi má: ele morreu</p>
<p>WTF??? HELP!!!!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:305642011-09-27T15:16:45Guerra dos Sexos 11 - As Regras2011-09-27T14:30:11Z2011-09-27T14:30:11Z<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2807b28c/9209404_DlAvt.jpeg" alt="Blog 20110927" border="0" /></p>
<p> </p>
<p>Há tempos quando eu ainda falava a uma certa e determinada pessoa que depois percebi <span style="text-decoration: line-through;">que era uma cabra, sonsa, cínica e falsa e tem a mania que é queque</span>, que não tem nada a ver comigo a modos que não há maneira de nos darmos (diferenças irreconciliáveis), mas por enquanto, temos que nos gramar, o que até gramo à brava, pois dá-me um certo gozo olhar para a decadência em pessoa e perceber que felizmente a minha vida é preenchida de pessoas imensamente grandes e imaterialmente ricas e ela nada tem…. É tão pobre, tão pobre mas tão pobre que a única coisa que tem é mesmo dinheiro.</p>
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<p>Mas perguntam-me vocês, o que é que isto tem a ver com a Guerra dos Sexos? Pois não tem NADA… apenas apeteceu-me fazer esta introdução. Dá-me gozo, sei lá… é o meu lado insonso ao vir ao de cima….</p>
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<p>Tava eu a dizer que há tempos vi a tal personagem a ler o famoso livro ‘<em>AS REGRAS – Tácticas Comprovadas Para Conquistar o Coração do Homem Perfeito’, by Ellen Fein e Sherrie Schneider</em>; ela lia-o por estar convicta que o livro lhe resolvia o problema de estar encalhada e o pânico de ficar ‘<em>para tia</em>’ como dizem os betos (e ela) assombro-lhe o pensamento e eis que vá de ler AS REGRAS, a salvação.</p>
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<p>O livro é brutalmente hilariante, do melhor humor que há prai. Giro que se farta. Citado vezes sem conta na série ‘O Sexo e a Cidade’, mas sempre numa versão humorista, o livro era citado com uma certa ironia à mistura. Na altura eu tive de o comprar, e não é um livro que se leia de fio-a-pavio, é daqueles que se vai lendo, como ‘Os Meus Problemas’ do MEC (do melhor que se escreveu na altura da minha adolescência).</p>
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<p>No livro das REGRAS os capítulos são intrigantes e sugestivos. A capa do livro tem corações com setas do cupido atravessados e tem um balão onde se lê ‘<em>o que fazer para seduzir um homem e o levar ao altar</em>’…</p>
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<p>Só a título de curiosidade eis algumas REGRAS:</p>
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<p><em>REGRA 2: Espere Que Seja o Homem a Meter Conversa Consigo e a Convidá-la para Dançar</em></p>
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<p>Ok tá explicado… este livro foi escrito em 1950 e publicado em 2006. Espera… lembrei-me… devem estar a referir-se aos bailes de debutantes, onde as meninas de bem são apresentadas (em tenra idade) aos solteiros e bons rapazes da sociedade a ver se arranjam casamento, ou por outra um bom partido, elas têm que se portar como verdadeiras donzelas imaculadamente virgens preferencialmente até tocam piano e falam francês. Mas têm 15, vá 16 anos e não estão a caminho dos 40… como é o caso em apreço.</p>
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<p>A caminho dos ‘<em>entas</em>’ espera-se que elas já tenham adquirido, a segurança subjacente e necessária para que, de uma forma elegante e digna lhes permita dialogar com o sexo oposto sem que isso seja sinónimo de serem consideradas umas putéfi@s oferecidas, e afins. Mas isso não é qualquer mulher… é preciso carácter. Vai na volta é por isso que a outra ainda está encalhada… está à espera que a convidem a dançar. Tou mesmo a vê-la em pleno Lux com um ar angelical à espera do príncipe, até que, cansada de esperar vai para casa (sozinha) ler AS REGRAS para tentar perceber onde falhou….</p>
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<p><em>REGRA 3: Não Olhe Para os Homens e Não Fale Demais</em></p>
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<p>O ‘não falar demais’ é natural, é a tal história: temos DOIS ouvidos e UMA boca… Não carece de explicação.</p>
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<p>Agora o ‘não olhar para os homens’ é que me complica… Então vou comprar sem ver?? Quem não gosta daquelas trocas de olhares subtis mas intensas qual relâmpagos a invadir-nos a alma, e que provocam em nós uma sensação de euforia semelhante a quem nunca provou aquela pasta verde explosiva também conhecida por <em>wasabi</em> que quando a experimenta é agradavelmente surpreendido por uma sensação de desentupimento nasal (e por vezes até cerebral), ou quando se dá uns 20 goles de repente numa Coca-Cola bem gelada até se ficar com o nariz a borbulhar. Quem é que não gosta destas sensações??</p>
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<p>Pois… mas para isso é preciso gostar de sensações FORTES e nem toda a gente está suficientemente viva para isso…. há quem leia AS REGRAS e fique horas a treinar a melhor pose (em frente ao espelho) já que não pode treinar o melhor olhar, o olhar <em>del matador</em>, aquele que é tremendamente ameaçador mas ao mesmo tempo altamente sensual, que silenciosamente nos diz tanto e é tãaaaaaaaoooo bom.</p>
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<p><em>REGRA 4: Obrigue-o a Ir Ter Consigo e Não Pague Nada a Meias</em></p>
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<p>Antevejo-a ao telefone com um ar enfadado ‘<em>àh não me vens bucar? NÃO? Então deixa… assim também não vou! (nã-nã-nã-nã-nã-nã toma que já levaste, apre…. ainda bem que li AS REGRAS)</em>’ e depois admira-se porque é que ele nunca mais ligou… Pois…. o pior cego é aquele que não quer ver. Dizem…</p>
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<p><br /><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb9077633/9209420_WzZRz.jpeg" alt="blog 2709201_2" border="0" /></p>
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<p>O ‘não pague nada a meias’ presumo que seja: não-pague-nada-o-tótó-que-o-faça. É, portanto, ele que banca tudo. E a donzela, que, coitada vive com os pais e por isso não tem onde cair morta, só vai jantar com ele no pressuposto que seja ele a pagar. Claro que se calcula que ele a terá ido buscar, claro está, senão ela não estaria ali, com ele. Mas esta coisa de o homem bancar tudo pode sair bem caro. Depois queixam-se que eles só querem desentupir-lhes o canal rectal, queixam-se… mas, minhas queridas, ou é a meias ou então sujeitam-se, essa é que é essa. Depois rapidamente deixam de ser donzelas e o único dom que lhes resta é o dom de bem cuidarem do hemorroidal, àpoizé…</p>
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<p>Bem e por hoje é tudo… me aguardem que eu volto com novas REGRAS… e estejam atentas meninas casadeiras, não descureis destes conselhos sábios de quem publicou mais de 2 milhões de livros… quase um Nobel da literatura. Quase.</p>
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<p>Agora Me Voy!</p>
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<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:303322011-08-03T17:24:37I Am What I Am 62011-08-03T16:25:57Z2011-08-03T16:25:57Z<p>ahhhhh outro problema que tenho, desta vez altamente sério, é que adorava ter mais tempo para escrever... e não tenho... este sim é o verdadeiro problema, digno do nome que carrega! Fui...</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:300642011-08-03T16:55:27I Am What I Am 52011-08-03T16:24:34Z2011-08-03T16:24:34Z<p style="text-align: center;"><img src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd2072dfc/8899343_mrFfU.jpeg" alt="IMG_7768" border="0" /></p>
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<p>Eu tenho um problema, não…. eu tenho vários problemas, mas nenhum que seja suficientemente interessante para partilhar num blogue.</p>
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<p>O problema que eu arrogantemente considero partilhável, é que, ao contrário do que eu prego, julgo muito as pessoas pelas aparências. E claro que eu sei que não se deve fazer isso, e é o que digo sempre à minha filha: não penses que uma pessoa é pirosa só porque tem 5 anos e as unhas pintadas de rosa chock, pois TU tens 7 e eu até te deixo pintar as unhas da cor que bem quiseres – nas férias, e apenas e só nas férias - e TU não és pirosa, porque se TU fosses pirosa o problema não era teu mas meu…</p>
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<p>Okay… posto isto, eu confesso que julgo pela aparência…. mea culpa, é verdade, vou autoflagelar-me…</p>
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<p>Tento muito não ser assim, mas sou…. okay na volta não tento muito não ser assim, porque se tentasse já não era….que drama….. bom… não é asssssim tão mau, se fosse também não partilhava aqui, antes ia fazer umas sessões de psicanálise ou o coiso e tal…</p>
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<p>Eu tento racionalizar, tipo, <em>ok a pessoa acredita que houve a Maria e o José e que dai a Maria engravidou do espírito santo e que depois nasceu o menino Jesus</em>, eu tento muito respeitar as crenças alheias, tento muito não contra argumentar com as minhas crenças e com a minha maneira de pensar, e fico logo a achar que essa pessoa que acredita que a Maria era virgem, é uma criatura que não percebe nada da vida, mas depois vem a minha parte racional a dizer ‘<em>lá tás tu Marta, a julgar pela aparência, na volta a pessoa é uma excelente alma uma mãe exemplar um ser humano altamente solidário e obviamente crente na religião católica e pura e quem sou eu, malvada, de pensar que a pessoa não percebe nada na vida, e eu ‘all mighty’ é que percebo</em>’ e lá vou eu autoflagelar-me mais um pouco… </p>
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<p>Pois…. é difícil não olhar para um cigano e achar que estamos perante um ser caridoso, honesto e trabalhador…. mas penso que todos nós somos assim um pouco… na volta eu sou só mais que os outros….</p>
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<p>Ainda ontem no bar do hotel, bar para estrangeiros com a musica ao vivo a condizer ao estilo de ‘<em>sweet caroline, good times never seem so good’</em> eu a entreter-me com um gin tónico (pois só tinham licores esquisitos e coisas para turistas) enquanto observava a Xis a dançar no seu <em>outfit bués de fashion</em> (basicamente umas leggings e uma túnica) quando apareceu uma inglesa (ou alemã ou coisa do genero) e lá vem o meu lado critico a emergir e eu a escrever…. nem censuro a coisa nem nada, vai assim se chofre…. a tal inglesa ou coiso, vem toda rosadinha, tipo lagostim acabadinho de sair da panela, mais uma vez o meu lado critico a vir ao de cima e eu sem travões, inglesa essa que vestia um pijama, sim era um pijama, só pode… daqueles da hello kitty que se vende na H&M…. com a gata na perna do lado esquerdo em cima, e na sweat-shirt em grande.</p>
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<p>Isto a condizer com uma bolsa da gata – com o feitio da cara da gata – e com umas sabrinas (que não eram más do todo?!?!?) brilhantes e pretas…. E a bifa achava-se linda, ahhhhh um facto mega importante, tinha uns 40 anos, ou aparentava ter…. por isso podia ter só 30 que elas não são lá muito cuidadas, lá estou eu outra vez….</p>
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<p>Mas esta coisa de ‘<em>don’t judge a book by it’s cover</em>’ é muito giro, mas tem que ser ensinado e praticado e voltar a ser ensinado e voltar a ser praticado, porque é-nos natural…. Até a Francisca achou ridícula a figura da bifa…. E vai na volta ela é uma fashion designer que trabalha para a Elle, e tem o à vontade de vir para ali dançar de pijama, antes de se recolher…. E eu a pensar que era o <em>outfit</em> da gaja… é assim…</p>
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<p>Fui…</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:297052011-08-03T16:35:56Amor de Mãe 192011-08-03T15:39:53Z2011-08-03T15:39:53Z<p>Ela: mãe eu amo-te mais do que tudo nesta vida!</p>
<p>Eu: e eu a ti filhota!</p>
<p>Ela: sim, mas é diferente.</p>
<p>Eu: pois é diferente eu amo-te mas sou tua mãe e tu amas-me e és minha filha.</p>
<p>Ela: sim, mas a diferença não é essa.</p>
<p>Eu: então qual é?</p>
<p>Ela: é que mesmo que eu tenha uma filha eu vou-te sempre amar mais a ti do que à minha filha!</p>
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<p>Pois…. só ver para querer…..santa inocência….</p>
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<p style="text-align: center;"><img src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B310739c3/8899148_jIgt5.jpeg" alt="Lavre24" border="0" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:294892011-06-01T18:10:57Os Cartugas e Eu 8a parte2011-06-01T17:23:03Z2011-06-01T17:23:03Z<p><br /><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bba065625/8578550_uK3LZ.jpeg" alt="images (1)" border="0" /></p>
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<p>Eu adoro, mas adoro mesmo! É mesmo daquelas coisas que curto à brava fazer, é de ir conduzir, marginal fora (idealmente Lisboa – Cascais), Verão, pôr-do-sol, janela aberta cotovelo de fora (à Zé Manel taxista) a ouvir rock tipo <em>Lita Ford</em> a decibéis muito pouco recomendáveis, e a tentar cantar mais alto que ela. Dantes tinha alguma vergonha (da figura que faço) e punha aquela mariquice no meu carro em que o som baixava quando eu baixava de velocidade, e assim quando parava nos mil-e-um semáforos da marginal, não corava e dava para disfarçar a coisa…</p>
<p> </p>
<p>Agora, deve ser da idade, já me deixei disso, mantenho o som sempre nos mesmos decibéis, como se estivéssemos com o ouvido colado à frente das (famosas) colunas do 2001, qual tuning, o áudio do meu carro é f-e-n-o-m-e-n-a-l… alias quando o comprei, disse logo que extras '<em>Apenas quero que o som seja BRUTAL, igual ao som que se ouve daqueles carros todos transformados com neons e asas pintadas e luzes florescentes e tal, é só isso que eu quero</em>’ e por isso imaginem… nem eu consigo ouvir aquilo no máximo, e sou surda (vai na volta é por isso)….</p>
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<p>É que me dá um prazer sobrenatural conduzir + velocidade + musica-aos-altos-berros + cantar-como-se-fosse-eu-a-vocalista + sol + mar. Isto tudo, claro, quando estou sozinha a conduzir. Quando levo alguém muitas vezes nem ligo o rádio, porque eu não sou de meio-termo, ou se ouve em condições (alto) e se canta como se estivéssemos no meio do palco principal do Rock-In-Rio, a cantar como vocalista da ‘nossa’ banda, ou então não vale a pena….</p>
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<p>Bom, a A5 também serve, mas não é a mesma coisa. É melhor no fim do dia, quando o sol se está a pôr mesmo em frente aos nossos olhos e não vimos nada para a frente, mas vimos tudo pelo retrovisor, imagino que já dei muitas alegrias aos Cartugas que viajam à minha frente.</p>
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<p>E com este vou nessa, cantar na A5…Fui</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:292322011-06-01T16:50:01I Am What I Am 42011-06-01T15:56:16Z2011-06-01T15:56:16Z<p><br /><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bed06f59d/8578190_Q5INa.jpeg" alt="Cópia de DSC02813" border="0" /></p>
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<p>Hoje estou muito contente, sinto-me uma verdadeira privilegiada. Não vou dizer que estou feliz, porque isso seria um pleonasmo, é que eu tenho-me nessa conta, de ser uma pessoa feliz. Mas, dizia eu que hoje estou especialmente alegre, sinto aquele aconchego na alma que dá fôlego para continuar a viver da forma como sempre vivi: feliz. E não estou práqui a tentar provocar-vos dor de cotovelo, do género do ‘<em>toma toma eu sou feliz…. hehehe, olha para mim que feliz que eu sou</em>’ ou do tipo meio tonto do ‘<em>happy go-lucky</em>’ como se toda a desgraça do mundo e especialmente do <em>meu</em> mundo não me afectasse, nada disso, apenas que sou uma pessoa feliz e hoje estou particularmente animada. É isso. Assim de uma forma altamente redutora, basicamente, existem estes 2 tipos de pessoas: as felizes e as infelizes. As primeiras têm momentos de infelicidade, as outras momentos felizes. É isso.</p>
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<p>Mas, estou, digamos que em total euforia, e tenho a alma preenchida, porque fui almoçar com a minha avó. É isso. Fui buscá-la a casa e mal a vi sair do portão, linda, de calça azul escura e blusa às florezinhas pequeninas em tons de azul-escuro e azul-turquesa, trazia um colar com umas missangas turquesas e brincos a condizer, sapatos brancos com berloques e mala da mesma cor, e um enorme sorriso. Ao vê-la a entrar no carro senti logo aquele cheiro tão familiar e reconfortante que só uma avó tem, cheiro-a-avó. Deu-me um abraço apertado e beijei-lhe a bochecha fria e macia, tão macia que me apeteceu logo dar mais beijinhos e festinhas, muitas festinhas.</p>
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<p>Ela vinha radiosa. Tudo nela brilhava. Tudo nela reflectia riqueza, mas não daquela que hoje tanta importância se dá e que tanto se fala, da outra, da riqueza humana com que sempre me olhou, com uns olhos que não mentem e que espelham uma alma grandiosa. Que sorte. Que bom que é poder estar com ela. Já há muito que não almoçávamos. Eu sempre com as minhas pressas, sempre numa luta constante contra o tempo, e desculpas várias, da correria constante que é a minha vida: filha, trabalho, mais filha, mais trabalho, mais para-quedismo, mais tudo…. Bullshit! Se a pessoa quiser tem tempo. E eu, dentro da minha felicidade, andava a pensar na minha avó, que um dia me vai faltar, e sentia naquele momento a infelicidade de não a ver há tanto tempo que já nem me lembro quando foi a ultima vez que estive com ela.</p>
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<p>Não é estar com ela no meio de tanta outras pessoas, numa festa ou de um almoço de família, não é isso. É o estar mesmo com ela, da nossa intimidade, das nossas conversas que mais ninguém pode entrar, que são só nossas, das nossas emoções, da nossa história. E foi isso o nosso almoço. Foi o reviver tempos idos, em que todas as semanas eu ia almoçar com ela, e que com ela, só com ela eu me abria, eu falava de mim, daquilo que realmente sinto e daquilo que me traz alegria e tristeza e da vida em geral, do que é ser uma pessoa grandiosa e não uma gente oca sem substrato, poucochinha, falávamos muito do ser e tão pouco ou quase nada do ter. Eram almoços fartos em princípios de vida básicos, mas que fazem toda a diferença. Fazem-nos felizes. Dão-nos capacidades para, já em adulta, poder dizer que se sou feliz, devo-o em parte à minha avó!</p>
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<p>Tomei uma decisão. A partir de hoje, vou 1 vez por mês almoçar com ela. É um privilégio que em breve acabará, e eu quero aproveitá-lo ao máximo!</p>
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<p>Voltei do almoço revigorada, parece que a minha avó tem a ‘varinha mágica’ de me pôr bem-disposta e de me dar alegria. Com ela eu sou uma melhor pessoa. Vou querer estar mais tempo com ela, neste mundo meio louco, que todos se atropelam, em que a prioridade é fazer dinheiro para comparar coisas, coisas essas para mostrar aos outros.</p>
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<p>Vou-me embebedar mensalmente com os dizeres da minha querida avó para contrariar a tentação do mundo global, duma Europa falida de riqueza e de princípios.</p>
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<p>Bem-haja minha querida avó!</p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:289352011-05-26T18:07:41Amor de Mãe 182011-05-26T17:15:15Z2011-05-26T17:15:15Z<p> </p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd306ff2b/8547622_huS0L.jpeg" alt="IPHONE 210" border="0" /></p>
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<p> </p>
<p>Fomos passar o fim-de-semana a Figueira de Cavaleiros, que fica em nhures, ou por outra, algures perto de Beja. Estava anunciado, para a noite da inauguração da Skydive Europe, o lançamento do novo disco da Ana Malhoa. Chegámos à zona, havia TUDO: palco gigante, aqueles insufláveis enormes para os putos, barraquinhas de gelados e de comes/bebes e toda uma panóplia de cenas da Red Bull e sempre música a tocar, bem alto! O astral estava porreiro.</p>
<p> </p>
<p>Apesar do calor ser quase sufocante, estávamos animados.</p>
<p> </p>
<p>A Ana Malhoa (que eu nunca tinha visto ao vivo) estava por lá. Ocupada a montar as suas cenas.</p>
<p> </p>
<p>Xis: Oh mãe, quem é a Ana Malhoa?</p>
<p>Eu: é uma cantora.</p>
<p>Xis: mas que músicas é que ela canta?</p>
<p>Eu: não faço a mais pálida ideia…</p>
<p>Xis: mas é uma cantora conhecida?</p>
<p>Eu: sim, bastante, mas não faz o meu género percebes?</p>
<p>Xis: e onde é que ela está?</p>
<p>(eu apontei para ela)</p>
<p> </p>
<p>O dia passou-se, mais tarde a Xis foi-se 'colar' à Ana Malhoa, a observar-lhe os braços e pernas repletos de tatuagens e ao mesmo tempo fazia-lhe sorrisos a querer manifestamente dar-lhe graxa.</p>
<p> </p>
<p>Xis (para a AM): Olha! Sabes, eu sou a Francisca!</p>
<p>AM: ah sim, eu sou a Ana</p>
<p>Xis: (com um ar tipo daghhh): eu sei, A Malhoa!</p>
<p> </p>
<p>E assim se conhecem as figuras publicas sem as idolatrar, tem bom gosto a minha filha, á pois tem!</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:286922011-05-11T16:23:14I GOTTA VENT - 32011-05-11T15:29:05Z2011-05-11T15:29:05Z<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B39067903/8467340_iYMgw.jpeg" alt="Images_colete_forças" border="0" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Tenho precisado tanto tanto tanto de ventilar práqui mas com a falta de tempo de que padeço está a ser praticamente impossível manter o blog… e deixá-lo morrer assim também não me apetece. Melhores tempos virão e eu terei mais tempo para me dedicar ao que realmente gosto de fazer, <em>wishfull thinking</em> é o que é…</p>
<p> </p>
<p>Julgo estar como estão os toxicodependentes, vulgos <em>drógados</em>, antes de chutarem e estou tão ansiosa de acalmar a minha ressaca literária que as palavras atropelam-me e eu à procura da satisfação rápida ando às voltas com a droga do teclado que teima em enganar-se.</p>
<p> </p>
<p>Bom, posto isto haveria muitas coisas para ventilar mas vou-me cingir, por agora, a duas: a primeira é a BIPOLARIDADE. Há, é certo, seres bipolares. Há os que estão a ser seguidos pelos médicos e que estão entre aspas sob controlo, enfim, andam calminhos e sob o efeito de <em>drunfes</em> e portanto não chateiam.</p>
<p> </p>
<p>MAS há os outros, perigosos, que andam à solta, por ai, e que ainda não foram descobertos…. ou por outra já toda a gente os descobriu mas fica mal dar-lhes o nome de BIPOLARES uma vez que tal diagnóstico só deve ser feito por quem de direito e não por nós, o povo. Estes seres, de quem tudo se espera, de forma apreensiva, quando estão de alguma maneira ligados a nós são um verdadeiro perigo. Podem estar bem-dispostos e sorridentes e aparentemente de bem com a vida, como logo a seguir estão de trombas e amuados sem nenhuma razão aparente.</p>
<p> </p>
<p>Um horror. Só visto. Não vejo nenhum animal (não humano) que seja assim. Daí concluo que a bipolaridade é um comportamento racional. Sendo racional como é que perdura?? Como é que a pessoa que anda por ai não diagnosticada, não se apercebe que tem comportamentos bipolares?</p>
<p> </p>
<p>O outro assunto de que me apetece ventilar é sobre os mentirosos-compulsivos. Não sei se é um mal pior do que os bipolares, mas é no mínimo um mal que está ao mesmo nível. Os que agem de uma determinada forma e que depois confrontados com a deselegância (barra) falta de educação (barra) maneira escabrosa de falar ou agir (barra) total falta de respeito perante os outros (barra) indelicadeza brutal (barra) ofensivos (barra) injuriosos (barra) forma mesquinha com que trataram o próximo, negam veemente que tal acção lhes tenha alguma vez sido atribuída. ‘<em>Nem pensar! Eu nunca disse isso! NUNCA!</em>’ até ficam pasmados a olhar para nós de tal forma surpreendidos e atónitos que parece que nós é que somos os loucos-mentirosos.</p>
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<p>E como que ‘cereja no topo do bolo, há os BIPOLARES-MENTIROSOS-COMPULSIVOS… é por isso que eu gosto muito dos meus gatos, ah pois gosto.</p>
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<p>Fui.... mas volto.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:muitomaisbranco:286312011-04-14T16:09:06Nós os Tugas 122011-04-14T15:14:37Z2011-04-14T15:14:37Z<p>WHO THE HELL IS MOODYS ???</p>
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<p>Estou com a cabeça a mil. Pertenço à geração que ainda não está à rasca, mas que para lá caminha rapidamente e tal como os da minha criação, ando sempre atrasada e a lutar (ingloriamente) contra o tempo. Não uso relógio, mas isso não significa que não me preocupo com as horas, antes pelo contrário, preocupo-me sobremaneira… o que acontece é que recuso usar uma cena no pulso que me assusta sempre que olho para ela. De uma forma geral quando dou de caras com um relógio o meu coração bate aceleradamente e eu temo sofrer um ataque cardíaco. Não sei se é mesmo assim ou se é apenas sugestão, efeito pavlov ou coisa do género, mas dou por mim a segurar o coração sempre que dou de caras com um relógio. E tenho suores frios. Ok na volta é uma paranóia facilmente tratável, uma psicose ou assim.</p>
<p> </p>
<p>Bom mas não era nada disto que eu queria abordar… ultimamente tendo a dispersar. As conversas começam e depois nunca acabam, andam sempre as voltas com mil e um assuntos pelo meio, e raramanete acabo cabalmente um tema. Dou por mim a começar uma frase assim ‘bem, tenho uma coisa para te contar…..’ e acaba-se o encontro e chego à conclusão que a tal coisa que eu tinha para contar não o fiz…</p>
<p><em>Scary</em>...</p>
<p> </p>
<p>Bem e daqui a nada acabo o post sem dizer o que realmente quero…. Vamos a isso, concentração.</p>
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<p><em>Who the hell is MOODYS</em> que se acha no direito de vir mandar postas de pescada sobre o <em>rating</em> financeiro da Togólândia??? Que isto tá mal, todos sabemos… não há necessidade de vir praqui espezinhar-nos. Classificar-nos como lixo??? Ou aumentármos o risco de crédito para os 9 pontos, ou coisa que o valha, situação nunca antes vista, ou seja, estamos pior do que no ZERO, já ultrapassámos a largamente a base da escala, estamos bem lá para baixo, e a descer vertiginosamente sem rede e sem paraquedas….</p>
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<p>É que estes génios economistas das agências de <em>rating</em>, passaram de uma classificação vá, normal, para mês e meio depois estarmos no lixo…</p>
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<p>Será que só eu é que não entendi com que critério é que nos classificam como sendo normais e nos dão um risco de credito de 4 a 5 pontos durante ANOS e depois basta mês e meio para afinal sermos lixo e termos um risco de crédito de 9 pontos…</p>
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<p>Quer dizer há mês e meio estávamos bem, certo??? Há mês e meio eramos ricos, vá ok, eramos endinheirados, normais vá.</p>
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<p>Alguém pode fazer um <em>rewind please</em>??</p>
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