"Dance like no one is watching, love like you'll never be hurt, sing like no one is listening, and live like it's heaven on earth."- William Purkey
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Jan 11
publicado por Muito Mais Branco, às 16:15link do post | comentar

 

 

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É coisa de gaja arranjar qualquer merdinh@ para armar uma discussão. É da natureza feminina. Não há como evitar. Ou talvez haja…

 

Acredito que não é de propósito que as mulheres começam as discussões, elas criam as táinas e fazem as cenas, discutem e coisas assim, sem na realidade quererem, mas antes por serem altamente indirectas quando falam dos seus sentimentos. Não vão directas à coisa, andam práli às apalpadelas, tipo enguia, e quando o homem acha que já percebeu tudo e vai para as agarrar, elas fogem-lhes da mão e voltam ao ataque, que é como quem diz, voltam à discussão.

 

Em vez de manifestarem directamente que ficaram magoadas com a atitude x ou que a maneira como disseram a palavra y as irritou de morte, não… fingem que está tudo bem pois esperam que o homem adivinhe, como que por magia, o que raio disse que as magoou tanto.

Sim, porque uma coisa que as magoe tipo nível 2 (entre 0 a 10) passa logo para nível 9 quando percebem que o homem não se vai desfazer logo em mil desculpas, claro, é tão insensível que nem percebe o quanto as magoou e que disse algo que as feriu profundamente (ainda que tenha sido só mais ou menos) e quanto mais tempo passa entre o homem dizer a cena que as magoa até à discussão propriamente dita maior é a mágoa com que elas ficam. E maior será a discussão.

 

Quanto mais gaja e menos mulher ela for, mais tempo se passará entre uma coisa e outra e quando finalmente a coisa acontece (porque ela assim o determina), normalmente por qualquer coisa sem a mínima importância, do género: estão os dois no carro a voltar dum jantar em casa de amigos hiper divertido, ele liga o rádio, está a dar futebol, ela começa a embirrar, pede para mudar de posto, mas está prestes a dar-se o golo, e no momento crucial do relato ela (por puro capricho) muda de posto e o ambiente gela. Começa a guerra. Não há aviso prévio. Ela (do nada) explode e o homem, indignado, assusta-se e tenta defender-se, está a anos-luz da real razão de tamanha explosão… como? hã? quê? Tenta desesperadamente perceber o que poderá ter acontecido para atiçar tamanha besta. Está longe de entender que aquele episódio se deu porque há 6 meses ele lhe terá dito algo que a magoou (mais ou menos), terá dito algo sem grande importância, mas que com o passar do tempo a importância que ela (gaja) lhe terá atribuído foi crescendo até atingir níveis históricos de imensa gravidade.

 

Quanto mais ele tentar perceber porque é que ela ficou assim (só porque ele estava a ouvir um relato de futebol) mais longe vai estar da verdadeira razão. E quanto mais indagar, maior será a discussão entre os dois, porque no fundo ele sabe tão bem quanto eu e tá é a fazer-se de parvo.

 

Há outras situações do mesmo género, geradoras de querelas sem qualquer interesse para a vida do casal. Se ele chega atrasado a um encontro, ela na realidade fica chateada porque não gosta de ter de esperar por ele, mas em vez de lhe dizer isto, ela, qual enguia, ataca dizendo ‘como é que chegaste tão tarde? ou ‘porque é que não telefonaste?’, (pergunta retórica acompanhada pelo tom de voz n.º 33 que a transforma numa gaja insuportável). Não há cú que aguente…


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