"Dance like no one is watching, love like you'll never be hurt, sing like no one is listening, and live like it's heaven on earth."- William Purkey
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Out 10
publicado por Muito Mais Branco, às 17:15link do post | comentar | ver comentários (4)

 

 

Ele (carinhoso): Bom Dia Amor

 

Ela (de roupão e muito mal disposta): O QUE É QUE TU QUERES??? (MINHA GRANDE BESTA QUADRADA, IDIOTA COM QUE TIVE A INFELIZ IDEIA DE ME CASAR E AGORA TENHO QUE TE GRAMAR PARA O RESTO DOS MEUS DIAS SENÃO VOU PARA O INFERNO)

 

Ela (obviamente) perdeu uma boa oportunidade para estar calada. Ele, amoroso e querido, diz-lhe bom dia com uma voz meiga. Está obviamente de bem com a vida e quer transmitir a sua felicidade ao universo. Ela, que naturalmente acordou mal disposta, nem o ouve, ataca-o, vai-se a ele, como se ele fosse o inimigo com quem ela dorme. Está, na retranca, à espera que ele a chateie e nem dá pelo tom querido com que lhe diz bom dia e impulsivamente, como quem responde a uma besta-quadrada dá-lhe um verdadeiro ‘chega pra lá’ e o dia azedou. Nada a fazer….já azedou. Podemos mudar os diálogos e pôr a mulher como a querida e o homem como a besta, mas isso é demasiado comum para blogar, daí preferir esta versão. Tanto faz para o caso, mas prefiro.

 

Há tanta coisa que é desnecessária dizer…e já agora: temos 2 ouvidos e 1 boca, daahhhh???!!! Talvez devêssemos ouvir mais e falar menos, sei lá…


publicado por Muito Mais Branco, às 12:23link do post | comentar

 

Não acham irritante à brava aquelas pessoas que PARAM numa passagem de peões, ou numa passadeira (vulgo zebra), sem nenhuma intenção de a passarem? De se fazerem á estrada?? Ficam simplesmente ali especadas. Andam, de costas viradas, no passeio e mesmo em cima da passadeira param e viram-se para a frente, dando ideia que vão passar, mas ficam por isso mesmo, e nós, Cartugas educados e com vontade de ser simpáticos quase morremos de ataque cardíaco achando que estamos prestes a atropelar alguém, quando espetamos o pé a fundo no travão, é pneus a chiarem por todos os lados e a alminha nem sequer olha para nós, fica ali especada, parada e nós em pânico até que finalmente apercebemo-nos que o peão apenas parou para descansar e coincidentemente fê-lo na passadeira. Quase não vivemos para o susto. Será pedir muito que os Peõtugas passem a andar mais longe das passadeiras de forma a que euzinha não morra assim nos próximos 30 anos?


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