"Dance like no one is watching, love like you'll never be hurt, sing like no one is listening, and live like it's heaven on earth."- William Purkey
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Jun 10
publicado por Muito Mais Branco, às 15:59link do post | comentar

 

 

Tou cá com uma vontade de estar de férias.... de sentir o sal a picar-me a pele depois de passarmos horas estendidas, feitas lagartas ao sol enquanto nos besuntamos de óleos e afins e curtimos o som do mar e das ondas, e das crianças aos berros (que tb têm direito). Até nem me importo de comer com areia desde que esteja de férias! Eu e a Xizoca, numa praia algures no Allgarve (sim é que agora Allgarve escreve-se com 2 éles, e se tiverem duvidas, quando lá chegarem vão ver o enorme cartaz de boas vindas, depois da portagem, um bem grande WELCOME TO ALLGARVE), ápoizé, já me estou mesmo a ver a tentar ler uma revista (sim porque não vale a pena levar o Dostoiévski para comer areia) e a ouvir a Xis 'mãeeeeeeeeeeeee quero ir à água’ e lá vou eu molhar os pés enquanto observo a facilidade com que ela se molha, e não têm congestões, que era uma coisa muito séria na minha altura, e a água continua gelada, esta treta do aquecimento global só serve para nos chatear, porque vai lá ver se a coisa aquece a água, á pois não… isso é que não aquece… e depois há quem diga que a água da praia no allgarve é quente? Quente? Quente é o mar das Caraíbas, isso é que é quente. Tudo o resto é gelado e eu só me atrevo a molhar os pés. A enfiar-me lá dentro é caso para demorar umas 2 horinhas até os ossos se habituarem à temperatura e depois mais 3 horas para passar das coxas para a cintura (que julgo ser a parte mais difícil), depois qualquer meia horita passa da cintura para o pescoço e em 5 horinhas a coisa tá feita. Nisto a Xis continua dentro de água, os lábios roxos e a pele dos dedos de tal forma enrugada que até muda de cor, fica tipo branca, como que morta, afogada em água salgada. Depois de me molhar parece que arrefeço, a modos que congelo mesmo e tenho que sair imediatamente. Não sou daquelas que fica a curtir o caldo, que para mim é mais tipo gaspacho bem gelado, e se zonas há em que é caldo, desconfio. E ai o tempo que demorei a entrar é inversamente proporcional ao que demoro para sair, pareço uma flecha. É que quanto mais penso nas razões que estão por trás do caldo mais vontade tenho de me pisgar. E é assim… o que vale são as imperiais e os tremoços ao fim do dia e o por do sol e saber que amanhã haverá mais e mais e mais. Vou bolir para entrar mais rapidamente no grupo dos que estão de férias. Fui…


publicado por Muito Mais Branco, às 13:51link do post | comentar

Tandem da Maria, com 6 anos from Paulo Domingues on Vimeo.

 

A Xis tem 6 anos. Já entrou no avião em que costumo saltar (quando o avião está desligado e dentro do hangar). A Xis quis um dia ir ver a mãe a saltar. Entrou no avião, o avião ligou os motores, a Xis desatou a chorar, a Xis saiu do avião. End of story... A Xis não quer nada com aviões. Quer antes brincar com a corda de saltar e andar de bicicleta. Ainda bem...

Mas a Maria, saltou, com o pai é certo, mas saltou. Grande coragem a da pequena Maria.

Parabéns Maria! Um dia ainda nos vemos no ar... Fui...

 


publicado por Muito Mais Branco, às 13:51link do post | comentar

 

 

 

Adoro estar apaixonada. Adoro sentir aquele formigueiro na barriga do primeiro encontro, sentir aquela dor que começa nas raizes dos dentes e vai até às gengivas. Adoro sentir que sou correspondida, amada e adorada. Adoro a intensidade das emoções à flor da pele. Adoro.

 

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publicado por Muito Mais Branco, às 13:51link do post | comentar

 

 

 

Adoro dormir quando ando à pendura de carro, e parece que a Xis também. É que uma viagem de quase 2 horas entre Lisboa e Proença passa num instantinho, num fechar e abrir de olhos. Ou quando estou a sair do aerodromo de Évora e de repente abro os olhos e estou na ponte 25 de Abril, é mesmo fixe. O pior é para o condutor que tem que se manter acordado... Acabei de me lembrar da moto (por ser impossivel dormir à pendura nela), vou lá abaixo ver se a vejo ou se já ma gamaram... Fui...

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publicado por Muito Mais Branco, às 10:55link do post | comentar

 

Como sou uma rapariga dada à adrenalina, resvolvi adquirir uma 125, uma YAMAHA, claro está....sim porque a carta de carro dá para conduzir uma 125... ALTAMENTE. Bom, já perdi conta às vezes que a moto caiu ao chão, por isso o Z. tirou-me esta foto ao sair do stand e do alto da experiencia dele disse-me que a foto era para mais tarde recordar, pois nunca mais iria ter a moto no estado novo. Pois.... de facto ela já foi ao chão algumas (1.000) vezes. A manete das mudanças está reduzida ao minimo aceitável, o espelho esquerdo está a desfazer-se, mas felizmente ainda dá para ver os dangerous carTUGAS que me tentam ultrapassar por uma frechazinha que ainda está aceitável...estou sempre à espera de olhar para o espelho e ele já não estar lá.

Hoje vim de moto. Que bom que é chegar ao escritório depois da adrenalina que é o desafio de não deixar cair a moto no meio do Viaduto Duarte Pacheco e deixar um carTUGA passar-me a ferro. Agora vou tomar café. Fui...

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