"Dance like no one is watching, love like you'll never be hurt, sing like no one is listening, and live like it's heaven on earth."- William Purkey
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Jul 10
publicado por Muito Mais Branco, às 15:57link do post | comentar


 

Chegámos ontem à noite à ilha de Santiago (afinal não é a das ‘boas vistas’ como anunciou a Xis ad nauseam sempre que lhe perguntavam para onde ia de férias) … erro meu (obvio) …

 

Enquanto beberico uma imperial ‘estupidamente gelada’ no bar do hotel, e deito o olho à Xis, que nada, qual nemo, na piscina e morde os dedos a um bebé, UPSSS… MORDE??? Bem pelo menos mete-os na boca, se os está a morder ou não, problema da mãe do bebé que está ao lado e a ver TUDO… Não, não me vou levantar daqui… ui, nem pensar … mas isto tem que ser tipo a ‘speedar’ é que aqui a net paga-se ao minuto… e não estou para me arruinar mais…

 

Estava eu a contar-vos que chegámos ontem à noite, e é claro que viemos num voo charter, não aluguei nenhum private plane, e naqueles que quando aterrou houve aplausos, muitos… a Xis a perguntar-me ‘mãe, estão a bater palmas porquê?’, estava, obviamente, à espera da actuação, que lhe escapou, e a mim também….

 

Bom, enquanto esperava pelas bagagens (que devem ter sido as últimas) vou observando as bagagens dos indígenas, já que este, era um voo sem TUGAS… ui… pensei mesmo que podia ter mais hipóteses de cair, já que se ouve falar em aviões que caem em sítios remotos, longínquos com gentes tipo russa ou africana ou assim, e nunca, mesmo nunca com Tugolêses… esses nunca caem. Mas estava eu a tentar controlar o nervosismo das malas que teimavam em não chegar, enquanto observava as que iam chegando, entre as malas vinham LCDs, leitores de DVDs, plasmas e até trens de cozinha, tipo tachos e panelas mesmo…. Pensei eu que era um bom presságio, já que alguém para gamar, antes ia para os plasmas e não para duas malinha azuis turquesas com cadeados, (daqueles que só eu é que não consigo ‘arrombar’…) e os plasmas vinham em bardas e mal entrava um no cinto rolante saltava um indígena de trás de alguém, que quase morria de susto, para ir rapidamente resgatar o plasma, que a julgar pela quantidade a que chegavam, deve ser negócio exportá-los para aqui…. Até que, finalmente, chegaram as nossas duas malinhas turquesas, quando o cinto rolante já anunciava ‘DAKAR’…

 

Agora vou almoçar que estou com uma galga, é que são menos 2 horas por cá… e a modos que já me sinto faminta, pois vou almoçar as 16 horas Tugas…FUI…

 

 


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